Sobre a Vida

A pergunta mais ridícula que se faz a uma criança é: vai ser o que quando crescer? Como se a profissão fosse o sinal de seu sucesso final, de sua chegada ao pódio da vida, de sua “realização”. Ser apenas humano quando crescer já seria o suficiente para cada um de nós. Quando se é humano e vive sob um olhar de humanidade, começa a se enxergar que as diferenças são pequenos detalhes que não tem valor algum diante da Vida. O rico e o pobre, o patrão e o empregado, o da roça e o da cidade, o negro e o branco, o que se diz “civilizado” e o índio, o francês e o africano, o americano e o iraquiano, no olhar humano qual a diferença entre eles?

Triste torcedor fanático

O “torcer por um time” deixou de ter seu encanto há muito tempo para mim. As brigas de torcidas organizadas foi o motivo primordial de minha decepção como torcedor fanático. Ninguém vai conseguir me convencer de que há motivo para as rivalidades entre torcidas organizadas se digladiarem matando uns aos outros. Isso é tão bárbaro, tão primitivo, tão animalesco que me da vergonha de ser humano quando vejo cenas estúpidas de selvagens “defendendo” seu time. Há torcedores que vivem na mesma proporção de um fanático religioso que é capaz de matar e morrer por sua fé.

Jesus e seu conceito de culto a Deus

Culto a Deus se da em todo o que tem fé, ainda que este não possua uma forma e nem uma fôrma para que isso aconteça. Cultuar a Deus em verdade representa manifestar exteriormente o que se vive interiormente, pois foi o Mestre quem disse uma vez quando lhe perguntaram qual o sinal do Reino de Deus: ele não está aqui e nem ali, nem vem com aparência humana, pois esta dentro de vós. O Reino de Deus se manifesta de dentro.