Jesus Cristo: um ser humano fantástico

Se Jesus existiu, isso não resta mais dúvidas. O Historiador Flavio Josefo relatou em suas crônicas o homem de Nazaré e sua fama que já circulava em sua época. Lembro-me de uma frase de Rosseau que disse certa vez que “se Cristo não existiu os seus seguidores que o inventaram eram tão fascinantes como ele”. O homem é histórico, a sua interpretação é religiosa e a sua divindade é questão de fé para quem assim crê. Mas não resta dúvidas, Jesus nasceu em um lugar, viveu e morreu nas mãos de dois poderes deste mundo: o político e o religioso.

Arma de fogo: a força dos fracos

Na pós-modernidade líquida que vivemos o macho é visto como aquele que tem uma arma de fogo na cintura e é capaz de usa-lá em qualquer momento. Se remontarmos um pouco ao passado brasileiro veremos que isso não é tão pós-moderno assim, diga-se de passagem, os cangaceiros, coronéis e capangas dos sertões nordestinos que faziam a lei na bala. Esses atuais cangaceiros de merda (que mais parecem cagaceiros) são tão medrosos e fracos que não são capazes de enfrentarem uma boa luta na base da “famosa” porrada onde o “melhor” vencia

Jesus e seu conceito de próximo

É interessante que na analogia o misericordioso para com o “certo homem” é um samaritano. Os samaritanos na época de Jesus eram considerados pelos judeus como quase pagãos, e sofriam inúmeros preconceitos por parte desses em relação as suas crenças. Para Jesus a miopia religiosa leva os religiosos a enxergarem Deus somente em suas crenças, enquanto o “pagão”, o ateu religioso, o “desintoxicado” de religião (o que a abandonou) na maioria das vezes consegue enxergar Deus no humano do homem e usa de misericórdia para com ele.

A Bíblia não é sagrada!

"Estou ultimamente ocupado em ler a Bíblia. Tirai o que puderdes deste livro pelo raciocínio e o resto pela fé, e, vivereis e morrereis um homem melhor." (Abraham Lincoln) Já li alguns poucos livros em minha vida e nenhum me foi tão fascinante como a Bíblia. Quando a li pela primeira vez aos doze anos … Continue lendo A Bíblia não é sagrada!

A involução humana

O que mais caracteriza a involução da espécie humana nos nossos dias é a nossa música. Desde a “eguinha pocotó” que se entende pela música a transformação do ser humano em bicho. O “cachorrão”, a “cachorra”, a “eguinha” e outras figuras de linguagens confirmam a involução intelectual humana, por vezes vergonhosa e que com cara de brincadeira e inocente, nos alerta sobre a nossa decadência humana. E o que dizer da mulher então? As coitadas foram transformadas de seres humanos a seres “buzanfanos”.