Transvaloração


“O amor sob sua forma mais elevada revela valores que sem eles ficariam ignorados.” (Bertrand Russell)

Na verdade, rico é quem não depende de dinheiro e de bens materiais para sorrir e para ser feliz.

Pobre daquele que tendo muito, quer mais e mais e nunca está satisfeito, saciado, pleno. Esse infeliz ainda não descobriu que paz, harmonia, gratidão, são coisas que seu dinheiro não compra. Pobre alma atormentada!

Na verdade, realizados são aqueles que são o que são e não necessitam de ser quem eles não são.

Frustrados são os que, não podendo ser eles mesmos, usam máscaras e cumprem um papel que não querem cumprir só para manter algum tipo de status social. Sustentam uma mentira por anos, só para se inserir em determinados grupos de “elite”.

Na verdade, importante é o “zé das coves” que acorda cedo para sair ao trabalho para sustentar a sua casa e lutar para um futuro melhor para os seus filhos.

Inúteis são os patrões-vampiros que sugam o sangue e a alma do pequeno trabalhador com sua exploração. Levam uma vida parasitária sem sentido e improdutiva.

Na verdade, exemplo de vida é a “dona maria” que conquista aos pouquinhos e no sufoco, a oportunidade de uma vida melhor e mais confortável para ela e sua família.

Péssimos exemplos são aqueles que não sabem o valor das coisas, que nunca suaram a camisa para conquistar algo e que se escondem na herança dos pais, já que sem herança eles dificilmente sobreviveriam.

Na verdade, fortes são os que entendem suas fraquezas e debilidades, e quando estão a sucumbir sabem que socorro e ajuda serão bem-vindos.

Fracos são os orgulhosos e egoístas que não admitem suas fraquezas e arrotam superioridade mesmo arrastando-se ao chão.

Na verdade, estrelas são pessoas simples que brilham sem ostentação em todos os setores da sociedade, fazendo o bem que não é iluminado pelos holofotes da mídia.

Errantes são as estrelas que querem aparecer, que ostentam, que são ambiciosas ao ponto de esquecer família e amigos, que vendem a alma por fama e sucesso. O brilho dessas estrelas errantes longe de ser próprio, é um brilho proporcionado pela iluminação cenográfica.

Na verdade, filhos de Deus são os filhos do amor, do perdão, da misericórdia, da compaixão, aqueles que tiveram que nascer de novo ao saber que se não fosse assim, estariam na orfandade.

Quem não nasce de novo, perde a oportunidade de reconhecer o quão miserável humano é, além de não enxergar que na simplicidade é que se faz o caminho da vida.

Anderson Luiz

Obrigado pela opinião!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s