Capítulo 7 – Características do falso cristo


CAPÍTULO 7 – CARACTERÍSTICAS DO FALSO CRISTO

E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. (Mateus 24:3a5)

Sabemos que há uma “lei espiritual” em plena atividade no mundo: “Tornem-se semelhantes a eles (os deuses) os que os fazem e quantos neles confiam” (Salmo 115:8). É a “lei do vir-a-ser” aquilo que se adora. Também sabemos que a astrologia não se resume apenas a uma crença em que cada signo determina as características de cada pessoa. Existe algo, além disso! E esse é o mistério! A “milícia celestial”, os seres angelicais que “deixaram sua própria habitação” (Judas 1:6) e que a si mesmos se fizeram “deuses”, se ocultam sob a “regência” de cada signo. Eles repartiram o domínio da terra entre si (Efésios 6:12) e se acham no direito de reger (governar) e influenciar a vida daquele que nasce sob o período de seus domínios. Operando na “lei do vir-a-ser”, eles refletem nos seus “regidos” suas características. É por isso que se diz que o “virginiano” pode ter a característica de um hipocondríaco, que o “escorpiano” pode ser vingativo e que um “geminiano” é geralmente um descontrolado. Estudando minuciosamente os “deuses” que regem cada signo, conseguimos fazer a ligação das características que eles carregam na mitologia e o reflexo dessas características nos seus “regidos”.

Os mitos, a astrologia e os pretensos “deuses”, tem uma influência tão grande na história humana (na maioria das vezes nem percebemos) que é possível identificar essa influência em nosso calendário. Meses e dias da semana foram dedicados as “milícias celestiais”. Só como exemplo, podemos citar a segunda-feira (monday) o dia da “deusa” da lua, o domingo (sunday) o dia do “deus” sol, o sábado (saturday) o dia do “deus” Saturno e a quinta-feira (thursday) o dia do “deus” Thor. Nossas festas (algumas delas de origem pagã e convertidas em cristãs) celebram rituais antigos que cultuavam essas divindades. Hoje em dia, bastante camuflados, esses cultos se transformaram em festas e comemorações sem nenhum sentido aparente. A data do Natal era uma comemoração da chegada do “deus” sol no solstício de inverno nos países nórdicos. O carnaval guarda grande semelhança aos bacanais, festas dedicadas ao “deus” Baco, que era o “deus” do vinho, das orgias, das ilusões e das fantasias. A páscoa com seu coelho é uma representação da “deusa” da fertilidade Easter ou Ostara.

O conhecimento da “lei espiritual do vir-a-ser” permite identificar as características de figuras sombrias que já apareceram e continuarão aparecendo no mundo. Figuras essas que são influenciadas e guiadas plenamente pelos “deuses”, ou seja, pelos anjos caídos. Uma delas é o chamado “falso cristo”, um ser que aparecerá e já é esperado há muito tempo pelos simpatizantes e místicos da “nova era de aquário”. Chamado de Maytrea, ele será, segundo a crença deles, um cristo cósmico, um Buda de nossos tempos, iluminado e extremamente carismático. Virá na “era de aquário” (que muitos dizem já ter sido iniciada) e provavelmente nascerá sob o signo de aquário que é regido pelo “deus” Urano, figura mitológica que representa Lucifér com suas características. Lucifér é um enganador, um mestre da ilusão e do disfarce, que se apresenta como um “iluminado”, um “anjo de luz” (II Timóteo 3:16), um “cristo” e “salvador” diante de seus adoradores. Há milhares de “luciferianos” no mundo que fazem parte de seu culto milenar! Mas o que seria essa “era de aquário”?

Para os astrólogos e ocultistas é um sinal que desencadeará uma nova era para a humanidade, em que os homens estarão finalmente caminhando para o entendimento mútuo, a compreensão, a tolerância e a boa disposição de uns para com os outros. Será uma era – acreditam eles – com duração de aproximadamente 2.150 anos, cujo início não é possível precisar-se, dizendo alguns que teria sido em 1962, outros apontam 1976, uma corrente defende 86 e existe opiniões de que ela começará realmente na primeira década do ano 2.000. (MILTON, 2000, p. 28).

O falso cristo será levantado da terra (Daniel 7:4) e será um homem notado pela sua ascensão, crescimento em poder, influência e fama. Lembre-se que ele será influenciado pelo cavaleiro do cavalo branco, a “ambição desmedida” que “sai vencendo e para vencer” (Apocalipse 6:2). Será uma espécie de Nabucodonosor de nossos dias, um ser soberbo, ambicioso e vaidoso ao extremo. Foi Nabucodonosor um adorador de Bel, um “deus” que também representa Lucifér (Daniel 4:8). Esse rei da nova babilônia ficou conhecido na história pela sua vaidade e opressão. Vários tijolos das ruínas de construções da antiga Babilônia continham o nome de Nabucodonosor. Esse rei teve uma evidência tão grande na história, que o profeta Isaías descreve a queda de Lucifér (a estrela da manhã, filho da alva) usando uma alegoria que tem relação com a vida de Nabucodonosor (Isaías 14:3a23). A relação entre o adorador (Nabucodonosor) e o “deus” adorado (Lucifér) se confunde nessa história devido ao cumprimento da “lei do vir-a-ser”. Nabucodonosor nesse relato já havia se tornado um “diabo” na terra.

O falso cristo, assim como Nabucodonosor, também construirá um nome do qual ele se orgulhará, e por esse nome se apresentará como um “salvador”, um “pacificador” e corajoso líder. Surgirá no caos que estará a terra, em um período de ameaça sobre o ocidente (Daniel 8:1a6) e se apresentará como a ordem e salvação que surge no meio desse caos e dessa ameaça.

Depois se levantará um rei valente, que reinará com grande domínio, e fará o que lhe aprouver. Mas, estando ele em pé, o seu reinado será quebrado, e será repartido para os quatro ventos do céu; mas não para sua posteridade, nem tampouco segundo o seu domínio com que reinou, porque o seu reino será arrancado, e passará a outros que não eles. (Daniel 11:3e4)

Nabucodonosor, assim como alguns “deuses” (todas representações luciferianas), sempre foram assombrados por visões e sonhos de morte. Nabucodonosor foi atormentado por essas visões (Daniel 4:4e5). A “Morte”, o cavaleiro do cavalo amarelo, será o inimigo de uma luta histórica e mentirosa, criada pelo enganador Lucifér: a luta do “bem” contra o “mal”, das “trevas” contra a “luz” que ele diz representar. Na mitologia nórdica, Bálder era o “deus” da luz, da paz, da justiça e sabedoria. No conto mitológico, Bálder um dia foi atormentado por pesadelos de morte que fizeram com que sua mãe pedisse o juramento de todos os seres vivos de que nunca fariam mal ao seu filho. Loki, um “deus” invejoso, provocativo e irado (representação de Satanás), acaba por descobrir que o visco foi o único que não prestou juramento. Loki usou o irmão cego de Bálder, o “deus” Hod para atirar o visco sobre ele, que o matou. Hod representa a morte cega, a destruição que se faz na obstinação. Hod é a representação de Abbadom, a Morte. Essa luta da “luz” contra as “trevas” é antiga e também se apresenta na mitologia persa entre o “deus” Ahura Mazda e o “deus” Arimã. Mazda representava a “luz” enquanto Arimã, as “trevas”. Eram irmãos e segundo a profecia do pai deles, quando terminasse o reinado de um, começaria o do outro. Uma “nova era” surge do embate dessas figuras sombrias, camufladas sempre no engano de uma luta encenada do “bem” contra o “mal”. Também na mitologia da babilônia essa luta era representada pelas hostilidades entre Baal e Mot.

É possível identificar em várias mitologias a farsa da “luz” contra as “trevas”. Essa farsa também se dará no aparecimento do falso cristo, quando um espetáculo mundial for montado e um líder obscuro, o “abominável da desolação” (Mateus 24:15) reinar trazendo “trevas” ao mundo. Nesse momento de profundo desespero, angústia e dor, surgirá o falso pacificador, o falso cristo que estará preparado para àquela hora e trará uma falsa sensação de paz. Mas quando disserem paz, aí é que haverá guerra (I Tessalonicenses 5:3). Ele é o iluminado esperado em cada período de trevas da Terra, citado no Bhagavad Gita: “Quando a justiça é esmagada, quando o mal triunfa, então eu retorno. Para a proteção dos bons, para a destruição dos malfeitores, para o estabelecimento do Reinado da Retidão” (GOODRICK-CLARKE, 2014, p. 113). Essa luta apocalíptica foi revelada ao profeta Daniel como um embate do “rei do norte” contra o “rei do sul”, antes da “batalha final” (Daniel 11:3a5). Segundo um místico famoso…

… o Pólo Norte é o theonium do mundo, associado com Lúcifer, o portador da luz do norte, e Prometeus, representando a fonte espiritual da força ariana. Como sua contraparte, o Pólo Sul é o local de maior materialização e de todas as forças demoníacas. (GOODRICK-CLARKE, 2014, p. 115)

Muitos serão enganados! Muitos serão os que admirarão o falso cristo sem saber da farsa! E ele se apresentará como aquele esperado por muitos. E ele enganará Israel que aguarda o messias! Há uma possibilidade de o falso cristo ter descendência judia! Outra possibilidade é ele ser um europeu (italiano ou inglês?). Ele está representado no “leão”, o primeiro animal do profeta Daniel. A relação dos judeus com essa figura é antiga! Israel sempre teve uma queda para adorar Baal (Juízes 2:12e13), representação de Lucifér na mitologia dos fenícios. Essa história se repetirá diante do falso cristo, o escolhido de Lucifér? A soberania do Altíssimo permitirá essa figura agir na terra. Ele é o “rei de reis”, a “cabeça de ouro” a quem o Altíssimo permitiu reinar por certo período (Daniel 2:37e38). Essa soberania foi reconhecida pelo profeta “como o domínio sobre o reino dos homens que o Altíssimo dá a quem quer” (Daniel4:17). O falso cristo será um surtado, um obcecado por adoração, bajulação e poder. Dará ordens para que uma imagem e semelhança sua, vire objeto de adoração (Apocalipse 13:14a18). Seria essa imagem a concretização do desejo da ciência moderna: a criação de um clone humano? Nabucodonosor também mandou criar uma gigantesca estátua e deu ordens para matar a quem não adorasse essa imagem.

O rei Nabucodonosor fez uma imagem de ouro que tinha sessenta côvados de altura e seis de largura; levantou-a no campo de Dura, na província da Babilônia. Então, o rei Nabucodonosor mandou ajuntar os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os juízes, os tesoureiros, os magistrados, os conselheiros e todos os oficiais das províncias, para que viessem à consagração da imagem que o rei Nabucodonosor tinha levantado. Então, se ajuntaram os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os juízes, os tesoureiros, os magistrados, os conselheiros e todos os oficiais das províncias, para a consagração da imagem que o rei Nabucodonosor tinha levantado; e estavam em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado. Nisto, o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós outros, ó povos, nações e homens de todas as línguas: no momento em que ouvirdes o som da trombeta, do pífaro, da harpa, da cítara, do saltério, da gaita de foles e de toda sorte de música, vos prostrareis e adorareis a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor levantou. Qualquer que se não prostrar e não a adorar será, no mesmo instante, lançado na fornalha de fogo ardente. (Daniel 3:1a6)

É bem provável que o falso cristo venha de uma linhagem real e seja adorado como um herói na maneira dos “semideuses” da mitologia greco-romana. Acumulará as características de um Ricardo, coração de leão e agirá na valentia de um rei Arthur, com seus cavaleiros da “Távola redonda pós-moderna”. Será um capitalista neoliberal, do tipo Ronald Reagan, um típico “aquariano” ambicioso. Terá a mesma ambição de conquistar o mundo que teve Alexandre, chamado na história de “o grande”. Ele será um conquistador que unirá o mundo e as nações, dando início a uma “nova era”, governando como o primeiro rei (Daniel 8:21) da “nova babilônia”, a configuração de nações formadas depois de suas conquistas (Daniel 13:1e2). Um mundo de “Alexandrias” espalhadas em todos os cantos do mundo irá se configurar sob o domínio do falso cristo. Aliás, Alexandre da macedônia é o maior exemplo de um homem que carregou as características que o falso cristo em sua vida carregará um homem “ambicioso, culto, inteligente e notável guerreiro” (SOUSA, 1978, p. 37)

Ele já estava à porta de qualquer cidade para conquistá-la, antes mesmo de alguém saber que tinha saído de seu palácio… Alexandre tinha o grande alvo de fazer do mundo inteiro uma só nação, a Alexandrilândia. Não poderia haver mais guerras nem carestia, porque não haveria mais estrangeiros nem fronteiras, e todos os homens, assim, podiam gozar paz e prosperidade. Alexandre, ainda muito novo, dominou o mundo inteiro e chorou porque não havia outros reinos a conquistar. (ALMEIDA, 1999, p. 69)

Os judeus receberam Alexandre, o grande, como um “messias” em Jerusalém. É o que relata o historiador Flávio Josefo:

Quando se soube que ele já estava perto, o Grão-Sacrificador, acompanhado pelos outros sacrificadores e por todo o povo, foi ao seu encontro, com essa pompa tão santa e tão diferente da das outras nações, até o lugar denominado Sapha, que, em grego, significa mirante, porque de lá se podem ver a cidade de Jerusalém e o templo. Os fenícios e os caldeus, que estavam no exército de Alexandre, não duvidaram de que na cólera em que ele se achava contra os judeus ele lhes permitiria saquear Jerusalém e dai ia um castigo exemplar ao Grão-Sacrificador. Mas aconteceu justamente o contrário, pois o soberano apenas viu aquela grande multidão de homens vestidos de branco, os sacrificadores revestidos com seus paramentos de Unho e o Grão-Sacrificador, com seu éfode, de cor azul, adornado de ouro, e a tiara sobre a cabeça, com uma lâmina de ouro sobre a qual estava escrito o nome de Deus, aproximou-se sozinho dele, adorou aquele augusto nome e saudou o Grão-Sacrificador, ao qual ninguém ainda havia saudado. Então os judeus reuniram-se em redor de Alexandre e elevaram a voz, para desejar-lhe toda sorte de felicidade e de prosperidade. Mas os reis da Síria e os outros grandes, que o acompanhavam, ficaram surpresos, de tal espanto que julgaram que ele tinha perdido o juízo. Parmênio, que gozava de grande prestígio, perguntou-lhe como ele, que era adorado em todo o mundo, adorava o Grão-Sacrificador dos judeus. Não é a ele, respondeu Alexandre, ao Grão-Sacrificador, que eu adoro, mas é a Deus de quem ele é ministro. Pois quando eu ainda estava na Macedônia e imaginava como poderia conquistar a Ásia, ele me apareceu em sonhos com esses mesmos hábitos e me exortou a nada temer; disse-me que passasse corajosamente o estreito do Helesponto e garantiu-me que ele estaria à frente de meu exército e me faria conquistar o império dos persas. Eis por que, jamais tendo visto antes a ninguém revestido de trajes semelhantes aos com que ele me apareceu em sonho, não posso duvidar de que foi por ordem de Deus que empreendi esta guerra e assim vencerei a Dario, destruirei o império dos persas e todas as coisas suceder-me-ão segundo meus desejos.

“Alexandre, depois de ter assim respondido a Parmênio, abraçou o Grão-Sacrificador e os outros sacrificadores, caminhou depois no meio deles até Jerusalém, subiu ao templo, ofereceu sacrifícios a Deus da maneira como o Grão-Sacrificador lhe dissera que devia fazer. O soberano Pontífice mostrou-lhe em seguida o livro de Daniel no qual estava escrito que um príncipe grego destruiria o império dos persas e disse-lhe que não duvidava de que era ele de quem a profecia fazia menção.

“Alexandre ficou muito contente; no dia seguinte, mandou reunir o povo e ordenou-lhe que dissesse que favores desejava receber dele. O Grão-Sacrificador respondeu-lhe que eles lhe suplicavam permitir-lhes viver segundo suas leis, e as leis de seus antepassados e isentá-los no sétimo ano, do tributo que lhe pagariam durante os outros. Ele concedeu-lho. Tendo-lhe, porém, eles pedido que os judeus que moravam na Babilônia e na Média, gozassem dos mesmos favores, ele o prometeu com grande bondade e disse que se alguém desejasse servir em seus exércitos ele o permitiria viver segundo sua religião e observar todos os seus costumes. Vários então alistaram-se.” (NEWTON, 2011, p. 76)

O “chifre insigne” entre os olhos do bode Azazel (o diabo) é o falso cristo (Daniel 8:5). No dicionário, insigne quer dizer aquele “que é notável por suas obras ou feitos”. Característica de quem é “destacado, famoso e ilustre”. Um “iluminado” que provavelmente será muito famoso, e agirá como um belo ator capaz de convencer e seduzir o mundo com seu poder de persuasão e de convencimento. Um apreciador do novo mundo e suas tecnologias. Virá em teu próprio nome (João 5:43) e adorará ser cultuado e bajulado. Será um ser soberbo, ambicioso, conquistador, um neoliberal astucioso, boêmio, beberrão e atormentado pelos pesadelos de morte. Segundo as características de Nabucodonosor, o falso cristo:

  • Poderá ter uma ligação profunda com a música. (Daniel 3:5e6/Isaías 14:11)
  • Semeará a iniquidade e a falta de misericórdia contra os pobres como um bom capitalista neoliberal. (Daniel 4:27)
  • Para os povos que o verão como inimigo (provavelmente o oriente) será um tirano e opressor. (Isaías 14:4). Para muitos ocidentais, um herói.
  • Enfraquecerá nações, desestabilizará governos usando o neoliberalismo. (Isaías 14:12)
  • Será um “renovo bastardo”, um falsário, um dissimulado e uma fraude. (Isaías 14:19)
  • Não terá nenhum de seus descendentes governando depois dele. Todos os seus filhos serão mortos pelos seus inimigos. (Isaías 14:21e22/Daniel 11:4)

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