Capítulo 12 – Os deuses das nações


CAPÍTULO 12 – OS DEUSES DAS NAÇÕES

Contai entre as nações a sua glória, entre todos os povos as suas maravilhas.

Porque grande é o Senhor, e mui digno de louvor, e mais temível é do que todos os deuses.

Porque todos os deuses dos povos são ídolos; porém o Senhor fez os céus. (I Crônicas 16:24a26)

Em toda a Escritura, as nações da terra se destacam como protagonistas. Egito (conhecido antigamente como Raabe), Babilônia, Filístia, Tiro e Etiópia (Salmos 87:4), são nações que recheiam os contos bíblicos, os salmos e as profecias dos chamados profetas maiores e dos profetas menores. Em certos momentos da história, essas nações se afirmaram como inimigas de Israel e foram alvo de profecias duras como veremos nesse capítulo.

As milícias celestiais quando deixaram o seu lugar comum, se apossaram da terra e passaram a si mesmas se constituírem em reis, senhores e dominadores deste mundo (Efésios 6:12). É possível identificar isso na fala do próprio diabo quando esse tentava o Cristo eterno em forma humana (Mateus 4:8e9). O diabo não poderia oferecer a Cristo os “reinos do mundo” se ele não fosse o rei dele. Nesse sentido, começamos a entender que os “reinos desse mundo”, ou seja, as nações da terra ainda estão sob o domínio das trevas e andam segundo a influência do seu “deus” (Miquéias 4:5).

Como podemos entender a expressão enigmática “as nações se enfureceram” (Apocalipse 11:18)? Filosoficamente não há como uma nação se enfurecer, pois nação é uma construção histórica e humana. Nação é um conceito. Em sua linguagem arcaica, o que se quer dizer na Escritura é que os poderes ocultos que regem as nações “se enfurecem” contra a segunda vinda do Cristo de Deus, que irá restaurar o mundo e ele mesmo regerá todas as nações e seu reino subsistirá eternamente (Daniel 2:44). Em toda a Escritura há relatos das divindades regentes de cada nação. Vejamos um exemplo:

Porque Salomão me deixou e se encurvou a Astarote, deusa dos sidônios, a Quemos, deus de Moabe, e a Milcom, deus dos filhos de Amom; e não andou nos meus caminhos para fazer o que é reto perante mim, a saber, os meus estatutos e os meus juízos, como fez Davi, seu pai. (I Reis 11:33)

E também na batalha celestial, Daniel ouviu do anjo:

Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; porém Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu obtive vitória sobre os reis da Pérsia. (Daniel 10:13)

Poderia citar inúmeras outras passagens que relatam os deuses adorados em cada nação. A nação (população de um determinado território) que adora um determinado “deus” torna-se semelhante a esse “deus” (lei do “vir-a-ser”). Assim podemos entender alguns prognósticos catastróficos anunciados pelos profetas, profecias que atingirão os “deuses” e consequentemente seus adoradores (sua nação). É assim que entendemos a profecia contra a mulher “Babilônia” (Apocalipse 17:18). E é assim que tentaremos decifrar as profecias contra os deuses e seus domínios atuais (nações de hoje).

As nações das Escrituras, cada uma delas, tiveram um período de poder onde se destacaram e chegaram ao seu auge, mas entraram em decadência e algumas desapareceram de vez. Algumas ainda existem como o Egito e a Etiópia, mas não com o poder e a glória que possuíam no passado. Os chamados “deuses principais” (os doze descritos) como vimos em capítulos anteriores, dominavam essas nações do “mundo antigo”, mas com a decadência dessas nações, estes deuses migraram para buscar adoração (fonte de seus poderes) em outros territórios. Que países de hoje os “deuses principais dominam”? Quais das características das nações antigas nós podemos identificar nas nações de hoje, características essas que são influências diretas dos “deuses das nações”? Essas e outras são perguntas que tentaremos responder ao longo desse capítulo, estudando as profecias relacionadas às nações a seguir: Fenícia, Babilônia, Filístia, Assíria, Sídon, Edon, Moabe, os filhos de Amom, a filha de Babilônia, Etiópia, Elão e Egito.

  • Assíria

Ai da Assíria, a vara da minha ira, porque a minha indignação é como bordão nas suas mãos. Enviá-la-ei contra uma nação hipócrita, e contra o povo do meu furor lhe darei ordem, para que lhe roube a presa, e lhe tome o despojo, e o ponha para ser pisado aos pés, como a lama das ruas. Ainda que ele não cuide assim, nem o seu coração assim o imagine; antes no seu coração intenta destruir e desarraigar não poucas nações. (Isaías 10:5-7)

Os assírios formaram um império e assumiram o controle de muitos povos e cidades-estados. Eles eram temidos por causa da violência exercida contra os prisioneiros de guerra: cortavam suas cabeças e seus olhos. Aterrorizavam as pessoas o suficiente para que elas pagassem tributos ao Estado assírio. Mas os assírios também desenvolveram intensa vida cultural. O rei Assurbanípal mandou construir a enorme biblioteca da cidade de Nínive. Outro rei assírio famoso foi Senaqueribe. Esse rei invadiu Judá e Israel (II Reis 18:13).

As rebeliões dos povos dominados enfraqueceram o império assírio. Nínive foi invadida e incendiada pelos caldeus. Os militares assírios formaram o primeiro exército organizado e o mais poderoso até então. Desenvolveram armas de ferro e carros de combate puxados por cavalos, além de cavalaria pesada individual. O controle das áreas conquistadas era mantido pelas tropas e por práticas cruéis, como a deportação e a mutilação dos vencidos. Os guerreiros e sacerdotes desfrutavam de grandes privilégios: não pagavam tributos e eram grandes proprietários de terra. A população comum, formada por camponeses e artesãos, ficava sujeita a altos tributos e serviços forçados na construção de imensos palácios e estradas.

Ao longo de sua história, o poder da Assíria dependeu quase que inteiramente de sua força militar. O rei era o comandante-chefe do exército e dirigia suas campanhas. Embora em teoria fosse monarca absoluto, na realidade os nobres e cortesãos que o rodeavam, assim como os governadores que nomeava para administrar as terras conquistadas, tomavam frequentemente decisões em seu nome. As ambições e intrigas foram uma ameaça constante para a vida do governante assírio. Essa debilidade central na organização e na administração do Império Assírio foi uma das responsáveis por sua desintegração e colapso.

Assur, Ashur ou Anshar, era o deus nacional do império assírio. Ele era o guardião da cidade de Assur. Esse deus era cultuado como um deus guerreiro e sua representação era a de deus da fertilidade – figurando rodeado de ramos e com uma cabra – e a de um círculo com asas (parecido ao Horbehutet de Hórus). Outro deus cultuado na Assíria foi Nisroch ou Nisroque. Senaqueribe foi ao templo desse deus depois que seu exército foi eliminado e lá, acabou assassinado por seus dois filhos (II Reis 19:36e37). Nisroch era um deus com cabeça de águia e tinha músculos exagerados. Esse deus forte e musculoso é o chifre pequeno e robusto na visão do profeta Daniel (Daniel 7:20e21). Semelhante ao Hórus egípcio, Nisroch é a representação de Belial na Assíria. Seu culto era difundido na cidade de Ninrud na Assíria, nome esse muito parecido com o Ninrode da Escritura, poderoso caçador em oposição e rebeldia a Deus (Gênesis 10:8a12). Como já vimos, Belial é o Anticristo. Ele é um instrumento nas mãos do Altíssimo.

Por isso acontecerá que, havendo o Senhor acabado toda a sua obra no monte Sião e em Jerusalém, então castigarei o fruto da arrogante grandeza do coração do rei da Assíria e a pompa da altivez dos seus olhos. Porquanto disse: Com a força da minha mão o fiz, e com a minha sabedoria, porque sou prudente; e removi os limites dos povos, e roubei os seus tesouros, e como valente abati aos habitantes. E achou a minha mão as riquezas dos povos como a um ninho, e como se ajuntam os ovos abandonados, assim eu ajuntei a toda terra, e não houve quem movesse a asa, ou abrisse a boca, ou murmurasse (Isaías 10:12a14).

Podemos identificar algumas características chaves do deus Nisroch e da nação Assíria que nos permitem supor a nação atual influenciada por esse “deus”: arrogância, prepotência, militarismo, violência, guerra e tirania. Tornando semelhante ao que se cultua (lei do “vir-a-ser”), o exército sangrento assírio assimilou todas as características desse deus e na figura de Senaqueribe, se tornou um instrumento nas mãos do Altíssimo (Isaías 10:5a34). Nas palavras de um monarca assírio, note a influência de Nisroch: “Cortei os membros dos oficiais… A muitos cativos dentre eles queimei no fogo, e a muitos levei como cativos vivos. De alguns decepei as mãos e os dedos, e de outros decepei o nariz”. Decepar, dividir, desarraigar, são outras características desse deus assírio que hoje pode ter migrado para uma nação poderosa que também ficou conhecida na história como sendo no passado um império tirânico, violento e dado a guerras: a Alemanha.

Alemanha

A história da Alemanha é uma história de guerras. Protagonistas das duas grandes guerras mundiais, esse país, assim como os EUA também, é conhecido pelo seu militarismo e por sua força bélica. Um símbolo une esses dois países: a águia. Sempre presente nos discursos de Hitler, a águia símbolo da Alemanha representava o animal de combate e ataque por excelência. Lembrando que águia também é o animal símbolo de Nisroch e Hórus, deuses da guerra e da condução da batalha. É bem provável que o “chifre pequeno” que faz guerra contra os santos (Daniel 7:8,20e21) seja a representação desse deus, que influencia o Anticristo. O ferro é o elemento que caracteriza esse ser e essa nação (Daniel 2:33;7:7). Curiosamente, em proporção comparada ao tamanho de outras nações, a Alemanha é a maior produtora de ferro, que o usa para sua malha ferroviária, assim como os antigos assírios usavam para a pavimentação de estradas. Os assírios foram os inventores da pavimentação. Outra curiosidade era a invenção dos carros de guerras assírios puxados por cavalos. Atualmente a Alemanha também é conhecida por suas fábricas famosas de carros, entre elas a Volkswagen que é a maior fabricante de automóveis do mundo.

Senaqueribe e Hitler foram homens que se voltaram contra os judeus. Suas características eram a arrogância, a prepotência e o olhar altivo. Como generais de guerras e comandantes máximos de suas nações, esses dois também repartiam as terras conquistadas entre seus oficiais (Daniel 11:39) e a brutalidade que usavam para impor derrota aos inimigos, demonstra a influência do “deus da guerra” Belial. Assírio, chifre pequeno, rei do norte dos finais dos tempos, são as diversas nomenclaturas do Anticristo, potestade da guerra, o cavaleiro do cavalo vermelho enviado contra os judeus (Zacarias 1:8). Esse ser, o Anticristo, nascerá em um país pequeno e dominará uma nação poderosa belicamente (Hitler era austríaco e dominou a Alemanha). Fica difícil saber se ele reinará da Alemanha ou dos EUA. Mas as profecias com respeito à Assíria poderão ser cumpridas na Alemanha.

Segundo as profecias, a “Assíria-Alemanha”:

  • Pode ser a nação do Anticristo (ou EUA)
  • Dominará com punho de ferro, brutalidade e violência, muitas nações (Isaías 10:7).
  • Sua capital será invadida pelo destruidor (Naum 2:1). Berlim? Isso já aconteceu! Acontecerá novamente? Estrangeiros agirão impiedosamente contra ela (Ezequiel 31:12), transformando essa cidade numa terra seca como o deserto (Sofonias 2:13).
  • O exército dessa nação do Anticristo pisará na terra santa (Miquéias 5:5e6).
  • Suas florestas serão incendiadas (Isaías 10:16a19) e seus homens de guerra serão violentamente assassinados (Isaías 10:33e34).
  • Sofrerá a derrota em Israel (Isaías 14:25 e Daniel 11:40a45).
  • É a última nação poderosa a dominar a terra, quebrando e esmiuçando várias nações (Daniel 2:40). Ela fará parte de um conjunto de nações (Daniel 7:7e8).
  • Terá planos de invasão a uma nação considerada uma fortaleza (a Rússia? a Inglaterra?). Isso já aconteceu uma vez e será que acontecerá novamente (Daniel 11:24)?
  • Fenícia

E sucedeu no undécimo ano, ao primeiro do mês, que veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, visto que Tiro disse contra Jerusalém: Ah! está quebrada a porta dos povos; virou-se para mim; eu me encherei, agora que ela está assolada; Portanto assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu estou contra ti, ó Tiro, e farei subir contra ti muitas nações, como o mar faz subir as suas ondas. Elas destruirão os muros de Tiro, e derrubarão as suas torres; e eu lhe varrerei o seu pó, e dela farei uma penha descalvada (Ezequiel 26:1a4).

Os fenícios viviam numa região do litoral onde hoje estão o Líbano e a Síria. O solo pouco fértil e o clima seco atrapalhavam a agricultura, mas a excelente madeira do cedro permitia construir navios. Os fenícios foram grandes comerciantes e navegadores. Eles foram os primeiros marinheiros que se tem notícia. Comerciavam cedro, vidro transparente (que eles inventaram), tecidos pintados com púrpura, um corante tirado de um molusco marinho (múrice). As cidades fenícias de destaque eram portos. O idioma dos fenícios era da mesma família do idioma falado pelos babilônios e por um povo que vivia na Palestina, os hebreus.

A civilização fenícia se localizava no norte da antiga Canaã. Tiro e Biblos eram importantes cidades-estados da fenícia, e ficaram conhecidas pelo comércio abundante com diversas nações conhecidas da terra. O historiador francês Fernand Braudel comentou em seu livro, “A Perspectiva do Mundo”, que a Fenícia foi um dos primeiros exemplos de uma “economia-mundial” cercada por impérios. O ponto alto da cultura fenícia e de seu poder marítimo costuma ser datado como o período que vai de 1.200 a 800 a.C. Os fenícios foram alguns dos maiores comerciantes de seu tempo, e deviam muito de sua prosperidade ao comércio. Inicialmente mantinham relações comerciais apenas com os gregos, vendendo madeira, escravos, vidro e a púrpura de Tiro em pó. Os fenícios colonizaram vastas regiões e durante séculos eram a principal potência naval e mercantil. Existia um comércio altamente lucrativo entre os fenícios e a Britânia.

Baal Hadade foi o deus mais adorado entre os fenícios-cananeus. Conhecido como deus das tempestades, do tempo, do clima, da chuva, da névoa e do orvalho, é aquele que nutre as lavouras e traz fertilidade para a terra. Responsável pelo crescimento da vegetação e manutenção da vida era também deus da semente, do grão e da colheita. Como o próprio tempo, Baal Hadade tinha duas características: como deus da chuva era saudado como “senhor da abundância”. Como portador de secas e tempestades, atacava seus inimigos com fome, inundações, escuridão e morte. Baal Hadade é a representação de Cronos na Grécia, Saturno em Roma e de Set, o deus dos desertos, da escuridão e das tempestades do Egito antigo. Era representado como um velho barbado com chifres montado em um touro irado. O touro sempre foi o símbolo da violência e da ira, suas características chave! Outras são: comerciante (como o cavaleiro do cavalo negro), ceifador severo e promovedor de injustiças. Sua representação é a do Satanás das Escrituras e do Azazel da mitologia judaica.

Inglaterra

O exército britânico ficou conhecido na história por sua violência e crueldade no período em que a Inglaterra colonizou diversas nações do mundo. Eram colônias do império britânico a China, a África do Sul, a Índia, Austrália, Israel, entre outras nações. Na Revolta dos Sipaios, os indianos que tentavam se rebelar contra o domínio inglês eram atirados em ninhos de víboras, ou untados com mel e deixados amarrados em formigueiros vorazes. Na Revolta dos Boxers na China, os ingleses puniam os chineses com torturas, enfiando agulhas debaixo das unhas, batendo na sola dos pés até o osso aflorar, além de empalar (introduzir pelo ânus uma vara de madeira com a ponta afilada até rasgar o intestino e provocar hemorragia interna seguida de morte).

A voracidade da Inglaterra por ouro e mercadorias dessas colônias era grande. Assim como os fenícios, os ingleses sempre foram grandes comerciantes e devem ao comércio a acumulação de riquezas que fizeram dessa nação, a mais poderosa do século XIX. Londres, como Tiro, foi durante muito tempo a capital comercial do mundo. A marinha inglesa foi e continua tendo a frota de navios mais poderosa do mundo. Foi no mar, como os fenícios (Ezequiel 26:17), que os ingleses comerciavam e se enriqueciam, vendendo e comprando todo tipo de mercadorias. Um lucroso comércio de escravos também fez parte da história da Inglaterra e também de Tiro (Ezequiel 27:12), sem contar com os inúmeros relatos de saques e piratarias.

É grande a influência do deus Baal Hadade na Grã-Bretanha e países nórdicos. Londres é uma cidade que está sujeita a muitas chuvas e várias tempestades que causam inundações e falta de luz. Conhecido como um “deus” que recebia sacrifícios de bodes e até de crianças, esse ser parece estar por detrás das histórias macabras na Inglaterra que envolvem esse tipo de sacrifício até os dias de hoje. Será que as profecias direcionadas aos fenícios (que se cumpriram) servirão também a Inglaterra? Aqui cabe uma reflexão da sabedoria de Salomão: “O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol” (Eclesiastes 1:9). A História se repete? O que aconteceu a Fenícia e a cidade de Tiro tornarão acontecer a Inglaterra e sua capital Londres?

Algumas características do deus Baal Hadade (e dos deuses a ele associados) que são curiosas na Inglaterra e países nórdicos:

  • O símbolo do bode:
  • O bode tem um lugar especial na tradição sueca, que diz que o animal entregava presentes no Natal antes de Papai Noel ter assumido a tarefa.
  • Os Cavaleiros Templários que se estabeleceram na Inglaterra foram acusados de adorarem um bode (Baphomet).
  • A figura do bode tem lugar especial na cultura inglesa (principalmente na Maçonaria que nasceu na Inglaterra).
  • Veja também Daniel 8:5
  • Cronos (o Tempo):
  • A Torre do relógio (Elizabeth Tower) foi concluída em 1858 e tornou-se um dos símbolos mais importantes do Reino Unido, sendo frequentemente retratada em filmes ambientados em Londres.
  • A pontualidade britânica e o seu fascínio com o tempo é uma característica daquele país.
  • Tributos:
  • Os países nórdicos são os países que tem as maiores taxas de impostos e tributos no mundo.

O que pode acontecer com a Inglaterra?

Segundo as profecias, a “Fenícia-Inglaterra”:

  • Terá seus muros destruídos e suas torres derrubadas (Londres) por um conjunto de nações que saquearão suas riquezas (Ezequiel 26: 4e12) e matarão inúmeros moradores (Ezequiel 26:15)
  • Será tomada pelo falso cristo, o cavaleiro do cavalo branco, que virá com muitas nações (Ezequiel 26:7).
  • Londres se tornará uma cidade inabitada, deserta, devastada e assolada (Ezequiel 26: 4,14,19e21).
  • Seus navios serão destruídos e suas cidades serão consumidas pelo fogo (Zacarias 9:2a4). Em 1666 Londres sofreu um grande incêndio. Acontecerá novamente?
  • Babilônia

Anunciai entre as nações; e fazei ouvir, e arvorai um estandarte, fazei ouvir, não encubrais; dizei: Tomada está Babilônia, confundido está Bel, espatifado está Merodaque, confundidos estão os seus ídolos, e quebradas estão as suas imagens. Porque subiu contra ela uma nação do norte, que fará da sua terra uma solidão, e não haverá quem nela habite; tanto os homens como os animais fugiram, e se foram. (Jeremias 50:2e3)

Por volta do ano 2.000 a.C. (há cerca de 4.000 anos), a cidade-Estado da Babilônia tornou-se a mais rica e forte. A Babilônia ficava em um ponto que o rio Tigre e o Eufrates quase se tocam. Por ali passavam mercadores com produtos de terras estrangeiras distantes. Os impostos sobre os comerciantes ajudaram a enriquecer a Babilônia. Sua localização proporcionava riqueza e olhares de cobiça de outros povos. Por isso, a cidade foi atacada por outros povos.

Os caldeus, um povo que se instalou na Babilônia, utilizou a guerra para dominar a Mesopotâmia. Esse novo império da Babilônia foi conquistado durante o reinado caldeu de Nabucodonosor. Ele dominou regiões distantes, onde hoje estão o Líbano, a Síria e Israel. Nabucodonosor melhorou a cidade, construiu grandes prédios, sendo o mais famoso os Jardins Suspensos da Babilônia, um zigurate com plantas e árvores trazidas da Pérsia. A distante Pérsia estava mais próxima do que parecia. Depois da morte de Nabucodonosor, os persas chefiados por Ciro, dominaram a região.

Bel era o “deus” principal e também o mais adorado na Babilônia (Isaías 46:1). Bel é a representação de Lucifér e também é o mesmo Baal ou Bael cuja adoração foi motivo de reprimendas do Altíssimo ao povo de Israel (Oséias 2:13). Bel tem o significado de senhor ou dono, e sua representação era a de um pastor condutor de rebanhos. Seu símbolo era um vitelo (novilho que ainda não tem um ano), um bezerro. O bezerro de ouro adorado pelos israelitas no deserto (Êxodo 32:1a8) era uma representação de adoração a Bel. Ele era também conhecido como deus dos céus, da luz e da centelha divina. É o mesmo Bile dos irlandeses, Bel para os galeses, Belenus para os gauleses e Balder da mitologia nórdica. Esse deus morria e ressurgia continuamente como o Osíris do Egito. Como deus do vinho, da vegetação, da fertilidade e da agricultura, está também associado a Baco (Roma) e Dionísio (Grécia). Suas características chave são a embriaguez, o orgulho, a ambição desmedida (como a do cavaleiro do cavalo banco) e a sensualidade. Sua influência está ligada a idolatria e sua terra, a Babilônia, é uma terra de ídolos (Jeremias 50:38).

Bel está abatido, Nebo se encurvou, os seus ídolos são postos sobre os animais e sobre as feras; as cargas dos vossos fardos são canseiras para as feras já cansadas. Juntamente se encurvaram e se abateram; não puderam livrar-se da carga, mas a sua alma entrou em cativeiro. (Isaías 46:1e2)

Itália

Quando a hegemonia etrusca ia chegando ao seu término com a expansão dos latinos, os povos do sul, em particular os oscos, úmbrios e outros povos do centro e sul da península itálica possuíam um numeroso rebanho bovino. Na língua dos oscos, o acusativo ‘vitluf’ (aos bezerros) deu lugar em latim a ‘vitellus’ (bezerrinho), palavra proveniente de vitulos (bezerro de entre um e dois anos). O gado era tão importante para esses povos que adotaram como emblema a imagem de um touro jovem (Jeremias 50:27), que aparece em algumas moedas da época, com o nome de vitalos, que em pouco tempo converteu-se em ‘italos’, nome com que se denominaram as tribos do sul e que com o tempo incluiu também os latinos. Até meados do século I, “Itália” era usado em latim para designar a península, e ‘itali-orum’ para seus habitantes. O símbolo de Bel, o vitelo, marcou o nome da Itália e sua influência nessa nação se deu particularmente em Roma e seu império.

Outra coincidência da nação italiana que nos permite fazer uma ligação a Bel é o vinho. O vinho italiano é o melhor e o mais tradicional do mundo. A Itália é a maior produtora de vinho do mundo atualmente, juntamente com a França. O vinho é o símbolo chave da Babilônia que foi dado por esta as diversas nações da terra (Jeremias 25:15e51:7). O deus da embriaguez e das orgias, o Baco da mitologia romana ainda exerce uma grande influência na Itália. Grandes orgias são feitas nesse país e as drogas fazem parte do cotidiano de muitos jovens italianos. Inclusive escândalos de sacerdotes católicos são frequentes naquele país, envolvendo consumo de drogas e bacanais.

A Itália hoje já não é uma potência como no passado e atualmente é conhecida como o “homem doente da Europa”. Será isso uma referência a uma profecia em relação a Lucifér (Isaías 14:10e11)? Palco do renascimento, do ‘resorgimento’ e da religião católica, a Itália influenciou e continua influenciando o mundo na língua, na fé e na cultura. Grande centro turístico, esse país concentra inúmeros ídolos de pedra que remontam aos deuses romanos e também aos santos católicos. Será que podemos esperar desse país um ressurgimento, uma ascensão poderosa nas mãos de algum governante que está por vir? O falso Cristo, um italiano que nascerá no berço da maior religião do mundo? Curioso saber que a cidade de Veneza na Itália possui como seu símbolo um leão com asas de águia, o mesmo animal descrito por Daniel (Daniel 7:4), representação luciferiana como já vimos. A religiosidade também é uma característica chave forte do deus Bel.

Segundo as profecias, a “Babilônia-Itália”:

  • Pode ser uma das nações do falso Cristo, o homem que unirá o mundo e receberá poder e glória das nações por um tempo (Apocalipse 17:16e17/Habacuque 2:4e5).
  • Sofrerá a ira do Altíssimo pelas mãos de uma nação poderosa e esse dia será marcado com sinais no céu (Isaías 13:5a10).
  • Será atingida por terremotos (isso já acontece). (Isaías 13:13/Jeremias 51:29)
  • Será vítima de uma carnificina com crianças despedaçadas, mulheres violadas, jovens mortos e casas saqueadas. Suas cidades se tornarão desertas e inabitadas (Isaías 13:15a21/Jeremias 25:33e34). Isso já aconteceu com o império romano que teve seu fim dessa maneira. Acontecerá novamente com a Itália?
  • Será invadida pelo Destruidor (Abbadom, o anjo do abismo) que estará comandando os persas e medos atuais (Jeremias 51:11e56). Seus ídolos de pedra e madeira serão destruídos (Isaías 21:1a9/Jeremias 50:2).
  • Levará a culpa do soberbo e orgulhoso falso Cristo que surgirá e suas cidades serão consumidas pelo fogo (Jeremias 50:31e32). Lucifér, o falso Cristo será castigado nessa terra (Jeremias 51:44).
  • Poderá sofrer com o efeito de tsunamis (Jeremias 51:42).
  • Filístia

Não te alegres, tu, toda a Filístia, por estar quebrada a vara que te feria; porque da raiz da cobra sairá um basilisco, e o seu fruto será uma serpente ardente, voadora. E os primogênitos dos pobres serão apascentados, e os necessitados se deitarão seguros; porém farei morrer de fome a tua raiz, e ele matará os teus sobreviventes. Dá uivos, ó porta, grita, ó cidade; tu, ó Filístia, estás toda derretida; porque do Norte vem uma fumaça, e não haverá quem fique sozinho nas suas convocações (Isaías 14:29a31).

A primeira notícia que se tem sobre os filisteus surge de relatos egípcios sobre os “Povos do Mar”, isto é, leva de migrantes que vieram por mar para o atual Egito. As crônicas egípcias registram que, entre estes povos, encontravam-se os filisteus (peleset), mas havia ainda outros.

Esses “povos do mar”, após várias batalhas marítimas, foram derrotados pelos egípcios sob o comando de Ramsés III. Por fim, foram obrigados a buscar terras mais a leste na região costeira onde era Canaã. Durante o período em que viveram nesta região, conhecida como a Pentápolis Filistéia, quase sempre estiveram em guerra com seus inimigos hebreus; dos quais, aliás, são oriundas a maioria das informações sobre aquele povo.

Sua história é ainda hoje envolta em mistério e controvérsias, e por isso, não é seguro ainda afirmar nem mesmo se tratava de um único povo ou de uma confederação de povos de que vieram do Mar Egeu para o leste do Mar Mediterrâneo no século XIII a.C. As primeiras referências aos filisteus encontram-se nos escritos egípcios dos reinados dos faraós Mineptah e Ramsés III, que relatam que este povo estava integrado aos chamados “povos do mar”.

Pesquisas atuais revelam o elevado grau de sofisticação na produção de artefatos de metal e de outros materiais deste povo. Graças a seu avançado estágio de trabalho em metalurgia, quase sempre quando os Filisteus iam à guerra contra os Hebreus, seus exércitos eram vitoriosos.

Dagon era a principal divindade dos filisteus. Era conhecido como “deus” da fertilidade, colheita, miscigenação e das profundezas do mar. Dagon era um deus, cuja parte superior do corpo era de um homem e a parte inferior de um peixe. Dagon representava a fertilidade, e a abundância na pesca. Também poderia suprir seu povo com ouro e gemas preciosas, além de garantir fartura em sua principal atividade, a pesca. Em troca, sacrifícios humanos eram oferecidos de tempos em tempos aos “Profundos”, em nome de Dagon. A ele eram oferecidos os despojos de guerra. O filme “A forma da água” faz um retrato bem detalhado dessa criatura. Sobre ela, o agente de governo interpretado por Michael Shannon diz: “Os nativos da Amazônia o cultuavam como a um deus”, explica, pouco antes de iniciar uma sessão de tortura com choque.

No ocultismo Dagon representa Leviathan ou Agares. É a mesma criatura do livro de Jó de nome Leviatã, cuja dureza da couraça arma nenhuma consegue ultrapassar (Jó 41:1a34). Talvez por conta dessa dureza, também seja conhecido como Duriel, o príncipe da dor, das torturas e destruidor de dignidades. No Egito era Sobek e era representado por um homem com cabeça de crocodilo. Na Índia sua representação era o “deus” da ordem no universo Varuna, senhor do nó, também arquiteto e ferreiro. Seu animal símbolo era também um crocodilo. Não à toa, o significado de “crocodilagem” é de “dedo duro”, um ”x9” que no Brasil atualmente é conhecido como delator.

Brasil

Inúmeras são as influências de Dagon no Brasil, na política, no culto aos deuses das águas e do mar, na cultura da tortura, no sofrimento e sacrifício dos pobres por conta das desigualdades e injustiças sociais. A crença no “caboclo dágua”, criatura do folclore brasileiro que assombra pescadores e navegadores, chegando a afundar suas embarcações, é recorrente entre o povoado que vive as margens do rio São Francisco. Também há uma crença antiga numa criatura de nome Ipupiara, que segundo o jesuíta e padre José de Anchieta, seu nome seria tupi com o significado de “aquele que mora na água”. A criatura era mais um dos “fantasmas” que assolavam os indígenas, matando e afogando aqueles que atravessavam o rio em suas canoas feitas de um só pau ou casca.

O Brasil é um dos países da América Latina, cuja sua história passou por um período de ditadura militar, onde milhares de pessoas foram torturadas para delatar (dedurar) seus companheiros de luta contra as opressões desse regime autoritário. Sobre a tortura, estima-se que nos dias atuais na cidade do Rio de Janeiro, exista uma denúncia de tortura por crimes cometidos a cada 18 horas. E é justamente no Rio de Janeiro, com a beleza natural de suas praias, que o “deus” peixe Dagom parece ter uma influência grande gerando violência, corrupção e mortes banais.

País também da miscigenação, resultado da mistura de povos, entre eles portugueses (que colonizaram a nação), indígenas (nativos), africanos (que vieram para o país para serem escravizados) e gente de diversas nações em menor escala, o Brasil é conhecido pela mistura de povos.

Uma curiosidade: Uma pesquisa do IBGE mapeou o mês onde existem mais brasileiros nascidos. O estudo mostrou que gira em torno de 255 mil o número de brasileiros nascidos anualmente em março. Isso demonstra que a maioria dos brasileiros é do signo de peixes, signo regido por Netuno, o “deus” dos mares.

Como na Filístia, o Brasil também conta com uma cultura do aço muito forte, da metalurgia e possui uma das maiores pisciculturas do mundo, devido a sua enorme costa marítima e suas inúmeras reservas de água doce. A maior reserva de água doce do mundo se encontra no Brasil, o chamado aquífero de Guarani. Aliás, a água e os peixes estão presentes em quase todas as instituições e prédios públicos de Brasília, a capital do país. Ministério da Justiça, Ministério das Relações Exteriores, Congresso Nacional e o Palácio da Alvorada (residência oficial do Presidente do país) possuem um espelho d’água e refletem o elemento principal do “deus” peixe Dagon.

É grande a crença da marinha brasileira em Netuno, o “deus” dos mares do mito romano e outra representação de Dagon. Outra manifestação desse “deus” é o costume de parte do povo de invocar entidades nas praias dos mares e se retalharem como sacrifício a essas entidades e cortarem a língua e ter a boca em sangue, muito parecido com um costume filisteu antigo (Jeremias 47:5 e Zacarias 9:7). Seria o Brasil e a América latina herança dos “povos do mar” Portugal e Espanha? Portugal e Espanha, colonizadores de boa parte da América latina, foram os países europeus pioneiros da navegação marítima. Nas viagens marítimas portuguesas, a crença na proteção dos mares por Netuno era grande.

Muito curioso foi a polícia Federal no dia 17 de fevereiro de 2017 batizar uma operação, que era um desdobramento da “Lava-jato” (operação famosa no Brasil que tem prendido políticos e empresários corruptos), de “operação Leviatã”. Uma outra curiosidade é a palavra “ordem” ser a preferida dos políticos e militares brasileiros e esta se encontra na bandeira do país na frase “ordem e progresso”. Lembra do deus hindu senhor das águas Varuna que era o senhor também da ordem?

Segundo as profecias, a “Filístia-Brasil”:

  • Terá uma parcela da população que passará pela fome causada por alguma invasão do norte (Isaías 14:29a31e Jeremias 47:2).
  • Suas cidades costeiras poderão passar por inundações causadas por tsunamis (Jeremias 47:2) e algumas cidades poderão sofrer destruições junto com o que acontecer a Inglaterra (Jeremias 47:4a7). O Brasil já foi o palco de invasões e disputas de suas terras e riquezas, por holandeses, portugueses, franceses, ingleses e espanhóis, nações do norte. Isso acontecerá novamente?
  • A sua costa marítima sofrerá de furiosos castigos e vingança por algo que ainda não entendemos (Ezequiel 25:15a17). Talvez sofra o castigo de ter se apossado de algum despojo de guerra que está por vir (Joel 3:4a8). Na Segunda Guerra Mundial, ataques aos navios da Marinha mercante brasileira pelos alemães e italianos, causaram a morte de mais de mil pessoas. Será o país novamente atacado pelo o Assírio (o Anticristo)?
  • Serão culpados por entregar os judeus (na perseguição que está por vir?) ao inimigo (Joel 3:6a8 e Amós 1:6a8). Desamparo, assolação, dor e destruição atingirão a costa do mar (Sofonias 2:4a7 e Zacarias 9:5a7).
  • Sidon

E veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem dirige o teu rosto contra Sidon, e profetiza contra ela. E dize: Assim diz o Senhor Deus: Eis-me contra ti, ó Sidon, e serei glorificado no meio de ti; e saberão que eu sou o Senhor, quando nela executar juízos e nela me santificar. Porque enviarei contra ela a peste, e o sangue nas suas ruas, e os traspassados cairão no meio dela, estando a espada contra ela por todos os lados; e saberão que eu sou o Senhor. (Ezequiel 28:20a23)

Sídon foi uma das mais importantes cidades fenícias e terá sido possivelmente a mais antiga. Ali foi fundado um grande império comercial mediterrânico. Homero elogiou os seus habitantes pela especialização no fabrico de vidro e tecidos de cor púrpura. Foi também daqui que saíram os colonos fundadores de Tiro. Sídon foi conquistada e saqueada por filisteus, assírios, babilônios, egípcios, gregos e romanos. Também foi saqueada em 111º na Primeira Cruzada. Sídon foi a primeira casa dos Fenícios e também a cidade mãe de Tiro. Ficou famosa pelas suas manufaturas e artes, bem como pelo seu comércio (I Reis 5:6). Salomão estabeleceu uma aliança matrimonial com os sidônios e como consequência passou a adorar Astarote, a deusa mais importante deles.

Astarote ou Astarte era filha de Baal, irmã de Camos (Quémos). Era deusa da lua, da fertilidade, da sexualidade e da guerra. Em sua adoração havia práticas de prostituição ritual. Os seus rituais eram múltiplos, passando por ofertas corporais de teor sexual, libações, e também a adoração das suas imagens ou ídolos. O seu principal culto ocorria no início da primavera e era realizado com grandes celebrações à fertilidade e sexualidade. O sexualismo e erotismo ligados ao seu culto faziam dela uma deusa muito adorada entre os povos.

No Egito, Astarote recebia o nome de Hator, deusa que personifica a beleza, a música, as artes e a maternidade. Conhecida no Egito como “senhora do Ocidente”, era também padroeira dos mineiros e também responsável pelos partos das mulheres. Na Grécia era Ceres, a deusa das colheitas e dos cereais. Na Índia, seu nome é Saravasti, a protetora dos artesãos, pintores, músicos, atores, escritores e artistas em geral. Também é a protetora dos estudantes, professores e de todos aqueles que buscam conhecimento. Conhecida também em vários mitos como a personificação da natureza (a mãe natureza), representava a força criadora dos humanos através do barro, lama, lodo e sua habitação era nos pântanos. Entre ocultistas é a entidade Astaroth ou Astoroth, o tesoureiro dos infernos. É dessa entidade que fala o profeta Miquéias quando diz:

Ó inimiga minha, não te alegres a meu respeito; ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei; se morar nas trevas, o Senhor será a minha luz. Sofrerei a ira do Senhor, porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa, e execute o meu direito; ele me tirará para a luz, e eu verei a sua justiça. E a minha inimiga verá isso, e cobri-la-á a vergonha, que me diz: Onde está o Senhor teu Deus? Os meus olhos a contemplarão; agora será ela pisada como a lama das ruas. (Miquéias 7:8a10)

Austrália

Pronunciado em inglês australiano, o nome Austrália vem da palavra em latim australis, que significa “austral”, ou seja, “do Sul”; e sua origem data de lendas do século II sobre a “terra desconhecida do Sul” (terra australis incognita). O país tem sido chamado coloquialmente como Oz desde o início do século XX.  Aussie é um termo comum e coloquial para “australiano”.

Lendas de uma “terra desconhecida do Sul” (terra australis incognita) remontam à época romana e eram comuns na geografia medieval, mas não eram baseadas em qualquer conhecimento documentado do continente. Assim como Sídom, a Austrália foi estabelecida em uma ilha, “cuja origem é dos dias antigos, cujos pés a levaram para longe a peregrinar” (Isaías 23:2a7). Sua relação com a Inglaterra (país que colonizou a Austrália) está alinhada a relação que Sídon tinha com os fenícios, principalmente a cidade de Tiro.

A Austrália é uma ilha e faz fronteira com a Indonésia, o Timor-Leste, a Nova Caledônia, a Nova Zelândia, a Papua Nova Guiné e as Ilhas Salomão por mar. A Austrália é um país muito rico em recursos naturais e grande exportador de produtos agrícolas (cereais, carne, algodão e lã). As suas exportações de minérios têm como principal destino a Ásia em geral e em particular a China.

Há mais de 40 mil anos, as mais variadas formas de artes são praticadas na Austrália, principalmente pelo povo Aborígene, que contavam suas histórias de geração para geração através de pinturas em pedras. Antropólogos acreditam que ainda existam pinturas muito mais antigas, que hoje se encontram debaixo da terra por causa da ação do tempo ao longo dos anos. Clãs do norte da Austrália falam de um trio de deuses – duas irmãs, Djanggau e Djunkgao, e um irmão, Bralbral – chamados Djanggawuls que chegaram a Terra por Beralku (ou Bralgu), a ilha dos espíritos mortos. Dizia-se que as irmãs viviam grávidas por estupros de seu irmão. Elas iam gerando animais, plantas e os primeiros humanos enquanto andavam pela Terra. Essas eram consideradas deusas da fertilidade.

A influência de Astarote está presente em várias nações como Inglaterra, EUA, Europa, mas principalmente na Austrália como deusa-mãe e personificação da natureza. Na Oceania existia a crença, igualmente como nos diferentes povos “primitivos” de maneira universal, que o homem não intervinha na fecundação humana. Eles acreditavam que quando uma mulher ficava grávida, isso se devia à atuação das divindades ou dos antepassados. Ainda em 1938, mantinha-se essa crença entre os bellonais das Ilhas Salomão.

Na Austrália encontraram-se restos de uma antiga sociedade matriarcal, entre os habitantes das regiões do leste e do sul, enquanto no Norte e no Oeste eram patrilineares. As sociedades tasmanes (cuja população foi exterminada pelos ingleses e desapareceu por completo em 1876) e de outras regiões com cultura do Machado Cilíndrico, assim como nas tribos dos dieri e nos loritja da região de Vitória e de Nova Gales, tinham estrutura matriarcal, com forma de parentesco por linha materna. Nessa sociedade as mulheres tinham grande importância e jogavam grande papel no terreno econômico: eram as que exclusivamente se dedicavam às tarefas de coleta de alimentos e a agricultura. A mulher podia exercer o cargo de chefes.

Também na Austrália, afirma Claude Lévi-Strauss: “As sociedades matrilineares têm uma distribuição meridional. Ocupam em massa o sudeste (sul de Queensland, Nova Gales do Sul, Vitória e o leste da província meridional, e também uma pequena zona costeira a sudoeste da província ocidental”. Do que se deduz que alguns desses povos adorariam às duas Deusas Irmãs Gêmeas, Yirritja e Dhuwa, a Dualidade Criadora chamada Yuankaj, como Mães da humanidade.

Segundo as profecias, “Sídom-Austrália”:

  • Passará por um tempo de tristeza profunda e não terá descanso (Isaías 23:12).
  • Poderá sofrer de um ataque de armas químicas e biológicas, além de variados atentados em suas ruas com enorme número de mortos (Ezequiel 28: 23).
  • Será vingada por alguma maldade feita em conjunto com o Brasil e a Inglaterra (Joel 3:4a8).
  • Edom

Acerca de Edom. Assim diz o Senhor dos Exércitos: Acaso não há mais sabedoria em Temã? Pereceu o conselho dos entendidos? Corrompeu-se a sua sabedoria? Fugi, voltai-vos, buscai profundezas para habitar, ó moradores de Dedã, porque eu trarei sobre ele a ruína de Esaú, no tempo em que o castiguei. Se vindimadores viessem a ti, não deixariam rabiscos? Se ladrões de noite viessem, não danificariam quanto lhes bastasse?  Mas eu despi a Esaú, descobri os seus esconderijos, e não se poderá esconder; foi destruída a sua descendência, como também seus irmãos e seus vizinhos, e ele já não existe. (Jeremias 49:7a10)

Edom, que significa “vermelho”, foi um reino ao sul da Jordânia no primeiro milênio na Idade do Ferro. A região tem muito arenito avermelhado, o que pode ter dado origem ao nome Edom. Os edomitas eram um grupo tribal vizinho de Judá ao sul, de língua semítica, habitantes do Deserto de Negev e do vale de Arabá do qual é hoje o sul do Mar Morto e vizinho ao Jordão.

Os edomitas desapareceram no pós-exílio. Depois do V ou IV século, sua região foi ocupada pelos comerciantes nabateus: um grupo que vivia no deserto sem uma identidade muito definida. Nas Escrituras os nabateus são identificados com os Nebayot, tribo árabe que descendia do filho primogênito de Ismael. Os nabateus aparecem pela primeira vez na história ao redor de Petra. Eram nômades e condutores de caravanas, tornando-se o povo comerciante mais importante do norte da Arábia. Eles dominaram os caminhos de caravanas entre o Golfo Pérsico e o Mar Vermelho. Souberam tirar proveito da sua localização, cobrando impostos e oferecendo serviços de segurança e proteção contra os assaltantes. O curioso é que eles mesmos foram considerados uma tribo de salteadores que vivia do saque das caravanas que passavam pela região.

A compra de especiarias por parte do império romano, além de objetos de luxo como as sedas e os perfumes, levou a uma intensificação das rotas comerciais para a China e a Índia. A rota destas caravanas passava por Petra. Isto aumentou as rendas do reino nabateu, que tinha direito de cobrar impostos sobre todas as mercadorias que passavam pelo seu território. Talvez, com a finalidade de controlar estas rotas e de tirar ainda mais proveito de sua privilegiada localização, os nabateus fundaram uma série de “cidades-pousada” no Negueb e ao norte do Sinai.

A língua dos nabateus era um dialeto aramaico, com forte influência árabe, conhecido através de numerosas inscrições. Moedas e inscrições aparecem escritas em aramaico, numa forma curiosamente elevada de escrita quadrada. Petra, a cidade vermelha, era a capital dos Nabateus. Eles eram os ancestrais dos árabes. Petra é a palavra grega para rocha, região também conhecida como Monte Seir.

Al-Qaum era o “deus” nabateu da guerra e da noite, guardião das caravanas e dos viajantes. Estava também ligado aos contratos que eram firmados no comércio. Sua representação em Siquém era Baal Berite, o “deus” dos pactos e alianças (Juízes 8:33). Berith é o nome dado no ocultismo a esse “deus”, e era representado como um cavaleiro de roupa vermelha num cavalo vermelho, tendo uma coroa de ouro na cabeça. Entidade adorada pelos alquimistas árabes, que segundo criam, era capaz de transformar qualquer metal em ouro. Estava também ligado aos assassinos e mercenários. No mito hindu era Agnis, deus do fogo, do sacrifício e o mensageiro dos outros deuses. Era um deus vermelho que está intimamente ligado ao deus Indra (representação do diabo) e era considerado seu irmão gêmeo. Possuía duas faces.

Mercúrio, “deus” romano, assim como Al-Qaum, também era protetor dos viajantes e comerciantes. Era um “deus” ladrão e protetor de ladrões e também servia aos “deuses” em todos os seus desejos condenáveis. Na Babilônia era Nebo, uma espécie de escrivão e serviçal, deus também da sabedoria. No Egito aparecia como o escrivão divino com cabeça de íbis ou urubu. Na mitologia árabe, Al-Qaum era um deus a serviço de Du Shara, o senhor da montanha, que tinha seu santuário em Petra. Esse santuário possuía uma grande pedra, em formato de cubo (Ka`aba).

Árabes

Os árabes são um grupo étnico nativo que habita principalmente o Oriente Médio e a África setentrional, originário da península Arábica, a qual é constituída majoritariamente por regiões desérticas. As dificuldades de plantio e criação de animais fizeram com que parte de seus habitantes se tornasse nômade, vagando pelo deserto em caravanas em busca de água e de melhores condições de vida. A essas tribos do deserto, dá-se o nome de beduínos. A maior parte dos árabes são seguidores do islã, religião surgida na Península Arábica no século VII.

Na tradição islâmica e na tradição judia, os árabes são um povo semita que tem sua ascendência em Ismael, um dos filhos do antigo patriarca Abraão. Segundo uma explicação, a palavra “árabe” significa “claro”, “compreensível”. Os idosos beduínos ainda utilizam esse termo com o mesmo significado; àqueles cuja língua eles compreendem (por exemplo, falantes de língua árabe), eles chamam árabe, e àqueles cuja língua é desconhecida deles, eles chamam ajam (ajam ou ajami). Na região do Golfo Pérsico, o termo “ajam” é, frequentemente, empregado para se referir aos persas. Outra explicação deriva a palavra Árabe de outra linha: significando “viajando pelas terras”, isto é, nômade. Desta raiz, derivariam os termos árabes e hebreus, significando nômades.

É clara a influência nociva de Berith entre alguns grupos árabes, principalmente na “Ordem dos assassinos”, uma seita criada por Hassan IbnSabbah. Seu objetivo era difundir uma nova corrente do Ismaelismo. Há um evidente paralelismo entre essa seita e o extremismo islâmico, com seus ataques como demonstração de fé. Apesar de andarem uniformizados na fortaleza de Alamut com trajes brancos e um cordão vermelho em volta da cintura, quando recebiam uma missão, camuflavam-se. Preferiam se misturar aos mendigos das cidades da Síria, da Mesopotâmia, do Egito e da Palestina para não despertarem a atenção. No meio da multidão urbana, eles levavam uma vida comum para não atrair suspeitas, até que um emissário lhes trazia a ordem para atacar. Geralmente, eles aproximavam-se da sua vítima em número de três. Se por acaso dois punhais, lâminas ocultas nas mangas ou espadas fracassassem, haveria ainda um terceiro a completar o serviço. Atuavam em qualquer lugar – nos mercados, nas ruas estreitas, dentro dos palácios e até mesmo no silêncio das mesquitas, lugar por eles escolhido em razão das vítimas estarem ali entregues à oração e com a guarda relaxada. Até o grande sultão Saladino, seu inimigo de morte, eles chegaram a assustar, deixando um punhal com um bilhete ameaçador em cima da sua alcova. Eram mercenários que faziam serviços em troca de todo o tipo de mercadoria e tesouro.

Segundo as profecias, os “edomitas-árabes” extremistas e radicais:

  • Terão que fugir e seus esconderijos serão descobertos e destruídos, assim como o seu grupo. Isso já está acontecendo com o Estado Islâmico em todas as regiões de seus domínios no oriente médio. (Jeremias 49:7a10)
  • Verão muitas de suas cidades se tornando desolação perpétua (Jeremias 49:12)
  • Sofrerão o terror, o mesmo instrumento deles usado contra as nações. Sua destruição será tão grande ao ponto de ser comparada ao que ocorreu com as cidades de Sodoma e Gomorra. (Jeremias 49:16a18)
  • Serão tidos como culpados pela execução de sua vingança contra os judeus. Suas terras ficarão desertas e serão destruídas pelas mãos do exército de Israel. (Ezequiel 25:12a14)
  • Por causa da violência que irão usar contra os judeus, povo irmão, serão exterminados por uma grande matança. (Obadias 1:9e10)
  • Receberão a paga por terem prazer na invasão gentia a Jerusalém, por se alegrarem sobre a desgraça de Israel e ficarem satisfeitos com o mal feito aos judeus. Serão culpados por exterminarem nesse período de invasão a Jerusalém, os que fugirem e entregar os que restarem. (Obadias 1:11a16)
  • Moabe

Fugi, salvai a vossa vida; sede como a tamargueira no deserto; Porque, por causa da tua confiança nas tuas obras, e nos teus tesouros, também tu serás tomada; e Quemós sairá para o cativeiro, os seus sacerdotes e os seus príncipes juntamente. Porque virá o destruidor sobre cada uma das cidades, e nenhuma cidade escapará, e perecerá o vale, e destruir-se-á a campina; porque o Senhor o disse. Daí asas a Moabe; porque voando sairá, e as suas cidades se tornarão em desolação, e ninguém morará nelas. (Jeremias 48:6a9)

Os moabitas são um povo histórico, cuja existência é atestada por diversas descobertas arqueológicas, em especial a Estela Mesha, que descreve a vitória moabita sobre um filho (não identificado) do Rei Omri de Israel. Sua capital foi Dibon, localizada próxima a moderna cidade Jordaniana de Dhiban. Elevando-se abruptamente desde o mar Morto, esta região é constituída de um planalto recortado por gargantas e tem a elevação média de uns 900m acima do mar Mediterrâneo. Na antiguidade, oferecia pastos para extensos rebanhos, e sustentava vinhedos e pomares.

Nas profecias antigas referentes à Moabe, duas coisas chamam bastante atenção: o choro copioso dos moabitas e o fato dessas profecias fazerem referência a somente “um lado” dessa nação antiga. Em relação ao choro contínuo e a lástima, são diversas as profecias que relatam essa situação (Isaías 15:2,3,5,8;16:9/Jeremias 48:5,32,38).

Sobre a referência de “um lado” já vimos algo parecido no “capítulo 05 – Os quatro animais do profeta Daniel” quando comentamos sobre o “urso que se levanta por um de seus lados” (Daniel 7:5). Sobre essa referência, nas profecias antigas se diz que Moabe será “como a pomba que se aninha nos lados da boca da caverna” (Jeremias 48:28) e será devorada o seu “canto” (Jeremias 48:45). No livro do profeta Ezequiel se diz que o Senhor Deus abrirá “o lado de Moabe desde as cidades” (Ezequiel 25:9). O “deus” de Moabe é Quemós, como se vê:

Ai de ti, Moabe! Pereceu o povo de Quemós; porque teus filhos ficaram cativos, e tuas filhas em cativeiro. Mas nos últimos dias farei voltar os cativos de Moabe, diz o Senhor. Até aqui o juízo de Moabe (Jeremias 48:46,47)

Ai de ti, Moabe! Perdido és, povo de Quemós! Entregou seus filhos, que iam fugindo, e suas filhas, como cativas a Síom, rei dos amorreus. (Números 21:29)

Chemosh, Quemós ou Camos, era o “deus” principal dos moabitas e o seu nome provavelmente significa “subjulgador”. Foi o rei Salomão quem importou seu culto para Jerusalém (I Reis 11:7). Salomão construiu um altar para Quemós “no monte que estava defronte de Jerusalém” (I Reis 11:1,7,8,33). Quemós era um “deus” que exigia sacrifícios de sangue. No livro de II Reis é possível verificar um relato de sacrifício humano em honra a esse “deus” (II Reis 3:27). Esta prática certamente não era exclusiva dos moabitas, pois tais ritos eram comuns nos diversos cultos religiosos dos cananeus, incluindo os de Baal e Moloque.

A tradição judaica nos informa que o “deus” Quemós era adorado sob o símbolo de uma estrela negra. Quemós é uma divindade também identificada com o Baal de Peor, um deus moabita do monte Peor. Baal-Peor estava ligado à prostituição ritual e esse foi o pecado causador da ira do Altíssimo sobre Israel (Números 25:1a3). Era um “deus” conhecido como aquele que distribui vitórias em batalhas. Sendo o “deus” da fertilidade, seu culto era marcado pela crueldade e por uma devassidão que envergonharia até Sodoma e Gomorra. Em suas cerimônias havia sacrifícios de vítimas humanas, orgias e os mais inimagináveis desregramentos. Loucuras e insanidades inimagináveis eram atribuídas aos ritos de Baal-Peor. No ocultismo Baal-Peor é conhecido como Bélfegor.

Belphegor, Bélfegor ou Belfegor era a divindade moabita venerada no monte Fegor (Peor). Demônio da preguiça, das descobertas, do apodrecimento, dos inventos e do ciclo. Era cultuado na antiga Palestina na forma de uma figura alta e barbuda com a boca aberta, tendo por língua um gigantesco falo. O sabá dos feiticeiros da Idade Média não foi senão uma herança das festas de Bélfegor. Bélfegor, segundo a crença católica, é um dos sete príncipes que governam o Inferno, sendo a personificação do primeiro pecado, a preguiça (Jeremias 48:10e11). Sua aparência modifica-se desde um ser bestial (semelhante a um lobo), um monstro marinho com a boca rasgada de orelha a orelha e dentes afiadíssimos, até um velho alto, barbudo, possuindo uma língua com forma de falo, dentes caninos grandes e uma cauda de dragão, ou até mesmo em algumas tradições religiosas, é retratado como sendo uma jovem de beleza exuberante. Quando mulher sua representação é Lilith, a grande prostituta rainha dos súcubus. Lilith está ligado aos abortos, às devassidões e perversões sexuais e as mulheres em geral. Ela é o símbolo do feminismo moderno com seu mito de ter sido a primeira mulher de Adão que não aceitou ser “subjulgada”, ou seja, ficar por baixo nas relações sexuais.

Federação Russa

Rússia, oficialmente Federação Russa é um país localizado no norte da Eurásia. Considerado o país com maior área do planeta, cobrindo mais de um nono da área terrestre. O país estabeleceu poder e influência em todo o mundo desde os tempos do Império Russo, entre 1.721 e 1.917, até se tornar a maior e principal república constituinte da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), entre 1.922 e 1.991, o primeiro e maior Estado socialista constitucional, reconhecido como uma  superpotência  que desempenhou um papel decisivo após a vitória aliada na Segunda Guerra Mundial. A Federação Russa foi criada na sequência da dissolução da União Soviética, em 1.991, mas é reconhecida como um Estado sucessor da URSS.

Na Rússia, o aborto é legal até a 12ª semana de gravidez. Em 1.920, a Rússia se tornou o primeiro país no mundo a permitir o aborto em todas as circunstâncias. Segundo dados da Organização das Nações Unidas, a Rússia tem o maior número de abortos por mulher em idade fértil do mundo, entre 15 e 44 anos, com cerca de 1,3 milhões de abortos (número absoluto) realizados por ano, o que equivale a 53,7 abortos para cada 1.000 mulheres. A Rússia sempre apresentou uma elevada taxa de abortos induzidos, cerca de três vezes superior à dos Estados Unidos. A sua taxa é uma das mais elevadas em todo o mundo.

Em Volvogrado existe a maior estátua do mundo representando uma mulher. Essa estátua chamada de “mãe-rússia” ou “mãe-pátria” tem o significado de comemorar a Batalha de Stalingrado. Outro símbolo da Federação Russa é o urso. Inesquecível e emocionante foi à cena do choro do urso Misha na abertura das Olimpíadas de 1.980, em Moscou, na antiga União Soviética. O personagem, um ursinho (animal símbolo da Rússia), foi criado pelo ilustrador soviético Victor Tchijikov, e se tornou um grande sucesso. O choro copioso é um símbolo de Lilith que no Egito se fez representada na figura de Néftis, “deusa” do choro abundante que teve como causa a morte de seu amante Osíris. Era a “deusa” de vermelho no Egito, a grande prostituta (Apocalipse 17:3a6). Vermelho é a cor símbolo do comunismo que marcou a história da Rússia. Sobre esse e os outros assuntos relacionados à Federação Russa, já exploramos bem no “capítulo 05 – Os quatro animais do profeta Daniel”. O “deus” Quemós ainda hoje tem uma enorme influência nesse país e profecias relacionadas à Moabe podem se cumprir novamente na grande Federação Russa.

Segundo as profecias, a “Moabe-Rússia”:

  • Poderá sofrer um ataque repentino em uma noite que destruirá parte do país, ataque esse que trará choro abundante e desconsolo (Isaías 15:1a9; Jeremias 48:5,38).
  • Sofrerá a invasão do Destruidor (Isaías 15:4; Jeremias 48:8,18,32).
  • Servirá de habitação aos desterrados (judeus). Isso já aconteceu na história, milhares de judeus se estabeleceram na antiga União Soviética e muitos deles foram massacrados nos Pogrons russos (Isaías 15:4). Acontecerá novamente?
  • Algumas cidades suas serão destruídas, envergonhadas e tomadas pelos seus inimigos com o fim de eliminar essa nação (Jeremias 48:1e2).
  • Seus líderes religiosos e políticos serão aprisionados no tempo da invasão (Jeremias 48:7).
  • Estará sujeita a uma grande matança dos seus homens de guerra, e sofrerá uma grande calamidade com a tomada de suas fortalezas (Jeremias 48:15a17,41).
  • Irão para o cativeiro muitos dos seus cidadãos, mas somente por um tempo (Jeremias 48:46e47).
  • Poderá receber ataques na Rússia Ocidental, a parte mais próxima da Europa e um dos lados que se “levanta” com poderio militar (Ezequiel 25:8e9; Daniel 7:5).
  • Terá suas cidades e seus palácios incendiados (Amós 2:2).
  • Filhos de Amom

Portanto, eis que vêm dias, diz o Senhor, em que farei ouvir em Rabá dos filhos de Amom o alarido de guerra, e tornar-se-á num montão de ruínas, e os lugares da sua jurisdição serão queimados a fogo; e Israel herdará aos que o herdaram, diz o Senhor. (Jeremias 49:2)

Os amonitas ou filhos de Amom correspondem a uma das antigas civilizações que habitaram a região da Mesopotâmia. Povo semita, os amonitas eram guerreiros e conhecidos por serem cruéis e praticarem atos de barbárie. A principal cidade dessa civilização era Rabá Amom (atual capital da Jordânia), daí o nome do povo. Além deles, diversos povos mesopotâmicos habitaram a região: sumérios, acádios, assírios, hititas e caldeus.

Os amonitas foram um povo que habitava a região da Palestina. Pouco se sabe sobre a origem e os costumes desse povo. De acordo com o relato das Escrituras (Gênesis 19:37e38), tanto Ben-Ami (Amom) quanto Moabe nasceram de uma relação incestuosa entre Ló e suas duas filhas no resultado da destruição de Sodoma e Gomorra. As Escrituras referem-se aos Amonitas e aos Moabitas como os “filhos de Ló”. Sabe-se também que Amom manteve sua independência do império Assírio através de tributo ao rei assírio, em um momento em que os reinos vizinhos estavam sendo invadidos ou conquistados.

Embora o “deus” dos amonitas seja diversamente chamado de Moloque, Milcom (Sofonias 1:5) ou Malcã (I Reis 11:5,7; Jeremias 49:1,3), estes termos (todos relacionados com a raiz “rei”) são considerados por alguns peritos como títulos, em vez de como nomes próprios. Temos diversas citações nas Escrituras orientando o povo de Deus a rejeitar drasticamente qualquer contato com esse “deus”. O nome de Moloque é citado e destacado, principalmente pela forma como era cultuado, pois havia o abominável sacrifício de crianças na adoração a ele. A aparência do deus Moloque era de um corpo humano com a cabeça de boi ou leão, e no seu ventre havia uma cavidade em que o fogo era aceso para consumir sacrifícios.

E da tua descendência não darás nenhum para dedicar-se a Moloque, nem profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o SENHOR (Levítico 18:21).

Também dirás aos filhos de Israel: Qualquer dos filhos de Israel, ou dos estrangeiros que peregrinam em Israel, que der de seus filhos a Moloque será morto; o povo da terra o apedrejará (Levítico 20:2).

Agradar-se-á o Senhor de milhares de carneiros, ou de dez mil ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto do meu ventre pelo pecado da minha alma? (Miquéias 6:7)

Nos rituais de adoração a Moloque, além de sacrifícios de crianças, havia também atos sexuais e cultos a luxúria. Essas crianças (geralmente os filhos primogênitos dos adoradores) eram jogadas em uma cavidade da estátua de Moloque, onde havia fogo que consumia assim a criança viva. Tal fogo seria ao mesmo tempo purificador, destruidor e consumidor, segundo a crença dos filhos de Amom. Esse costume e rito cruel tinham por objetivo ler presságios através do fogo.

Herdeiros das práticas de ter a “visão do futuro lendo através do fogo”, os druidas, antigos sacerdotes celtas que habitaram parte da Grã-Bretanha, também já foram acusados de sacrifícios rituais de primogênitos. No Estado da Califórnia nos EUA, os mesmos ritos são praticados todos os anos em uma densa floresta de carvalhos no final do mês de julho (sob o signo de leão). Ao redor de uma coruja gigante de pedra, o culto a Moloque é renascido a cada ano com a finalidade de se espantar a escuridão (representação das preocupações terrenas) que se aproxima. Moloque guarda relação com o “deus” da chama que aprisiona a escuridão. Moloque é o Asmodeu dos ocultistas, demônio relacionado à luxúria, aos prazeres carnais e as alegrias terrenas. Inúmeros são os boatos naquela nação de sacrifícios de crianças e ao desaparecimento delas em determinadas datas do ano

Asmodeu nos mitos é a representação de “deuses” solares. Era Apolo, o “deus” flecheiro irmão da “deusa” da Lua Diana. Era Rá no Egito, o “deus” da barca solar que enfrentava toda a noite a escuridão onde reinava a serpente Apófis da destruição. Era mitra, “deus” o qual sacrificavam touros e bois em sua honra. Na mitologia nórdica era Freyr, o “deus” irmão gêmeo de Freya e que era conhecido como “deus” que comandava o tempo, trazia prosperidade, alegria e paz. Conduzia um carro puxado por cavalos no céu e cujo brilho reluz na noite. Tem também um navio (parecido ao mito egípcio de Rá) que de tão grande, nele cabem todos os deuses, mas pode ser dobrado e guardado na algibeira.

Sem sombra de dúvidas, as armas modernas do antigo “deus” sol, hoje seriam rifles (substituindo suas flechas) e poderosos aviões de guerra, verdadeiros caças prontos a bombardear (substituindo os barcos solares no céu). Na linguagem arcaica dos mitos, e como os homens ainda não tinham inventado o avião, um barco que voava era uma representação fantástica do que se projetava no futuro. E o “deus” solar, que em muitas mitologias era representado por uma águia (Garuda na Índia), era o senhor soberano dos céus.

Estados Unidos

Os Estados Unidos é um país localizado no continente americano, mais precisamente na América do Norte. O nome desse país é também expresso a partir de siglas como USA, US e EUA. O país é o terceiro mais populoso do mundo, superado somente pela China (1,3 bilhão) e Índia (1,1 bilhão). A população estadunidense é de aproximadamente 314,6 milhões de habitantes, distribuídos em um dos maiores países do mundo.

Etnicamente, a população dos Estados Unidos é constituída por alemães, irlandeses, ingleses, italianos, escandinavos, poloneses, franceses, hispânicos, africanos e asiáticos. Os Estados Unidos possuem a principal economia do mundo, a sua moeda é forte e é usada como referência para demonstrar dados econômicos, por exemplo.  Na indústria o país também se destaca, uma vez que seu parque industrial é bastante diversificado, atuando na produção de base e no desenvolvimento de tecnologia de ponta. Os principais produtos industrializados são automóveis, aviões e produtos eletrônicos.

País que abriga a maior fábrica de aviões do mundo, a Boeing, os EUA também se destacam nos céus com seu poderio militar que não abre mão de modernos caças capazes de destruir um alvo em segundos. Não à toa o símbolo máximo desse país é a águia careca, animal típico daquela região que demonstra o poderio da “potestade do ar” (Efésios 2:2) que domina aquela nação. Outra curiosidade naquele país é o fácil acesso da população a armas de fogo. De quando em quando matanças são relatadas nas ruas, em cinemas e escolas por cidadãos tomados por uma ira e insanidade inexplicáveis.

Os EUA lideram o ranking na produção de leite em relação aos demais países, com 93,5 mil t/ano, com um rebanho de 9,2 milhões de cabeças e o maior índice de produtividade média por vaca, 10.150 litros. Em Rabá dos filhos de Amom, o leite também era um produto essencial, a ponto de o Altíssimo decretar que inimigos no fim dos tempos comeriam os seus frutos e beberiam o seu leite como forma de castigo (Ezequiel 25:4).

Asmodeu, o rei dos incubus, tem grande influência nos EUA, principalmente no Estado da Califórnia, onde o culto a luxúria e o prazer por meio de jogos e sexo imperam de maneira grandiosa. Não à toa, São Francisco é conhecida como a cidade do pecado.

Segundo as profecias, os “filhos de Amom-Americanos”:

  • Sofrerão por conta de um rumor de guerra e de uma grande ruína que atingirá alguma cidade sua. Seus territórios administrados (Porto Rico, Ilhas Marianas do Norte, Atol Johnston, Guam, Ilhas Wake, Ilhas Midway, Ilhas Virgens Americanas, Samoa Americana) serão queimados ou bombardeados (Jeremias 49:2)? Podemos dizer que essa profecia se cumpriu em parte no dia “11 de setembro”?
  • Seu líder (talvez o Presidente da nação), seus líderes religiosos e políticos serão encarcerados (Jeremias 49:3/Amós 1:15).
  • Seus cidadãos serão espalhados, mas depois voltarão a sua terra em paz (Jeremias 49:5e6).
  • Sofrerá a invasão de povos vindo do oriente como castigo por se alegrarem em relação a algum episódio do futuro de Israel, que terá sua terra assolada e sua religiosidade profanada (Ezequiel 25:1a6). Atualmente os judeus dominam boa parte da economia americana.
  • Tempestade, fogo e tormenta virá aos EUA como castigo por rasgar o ventre de mulheres grávidas (Amós 1:13e14). O grande incêndio em Paradise na Califórnia (2018)? Sobre o episódio das grávidas, foi profetizado por Jesus que alertou seus discípulos sobre esse tipo de crueldade (Lucas 21:23).
  • Se transformará em Gomorra, cidade que foi amaldiçoada com campos de urtigas e poços de sal, e com desolação perpétua (Sofonias 2:9).
  • Etiópia

O Senhor será terrível para eles, porque emagrecerá todos os deuses da terra; e todos virão adorá-lo, cada um desde o seu lugar, de todas as ilhas dos gentios. Também vós, ó etíopes, sereis mortos com a minha espada (Sofonias 2: 11e12).

Etiópia é um termo geográfico que aparece pela primeira vez nas fontes arcaicas e clássicas da Grécia Antiga referindo-se à região do Alto Nilo, bem como a todas as regiões situadas ao sul do deserto do Saara. Sua primeira menção ocorre nas obras de Homero: duas vezes na Ilíada, e três vezes na Odisseia. O historiador grego Heródoto também a usa para descrever especificamente toda a região da África Subsaariana. O nome também ocorre com frequência na mitologia grega, onde está associado com um reino que estaria localizado em Joppa, ou em algum lugar da Ásia.

Homero afirmava que eles se encontravam nas extremidades meridionais do mundo, divididos pelo mar em “ocidentais” (onde o sol nascia) e “orientais” (onde o sol se punha). Na mitologia grega, Etiopía era um país situado para o leste, donde nascia o sol. Ficou conhecido como a terra do “sol nascente”. Para explicar a cor negra de seus habitantes, se dizia que haviam permanecidos queimados quando Faetón desviou o “carro do sol” de sua rota aproximando esse carro demais da terra. Posteriormente a Etiópia foi localizada mais ao sul do Egito. Sua capital era Meroé.

Heródoto define “Etiópia” como a região mais distante da “Líbia” (ou seja, a África conhecida à época) e a terra onde os homens vivem mais do que em qualquer outro lugar. Plínio, o Velho descreveu Adúlis, porto que segundo ele era o principal centro comercial dos etíopes. Segundo ele, o termo “Etiópia” seria derivado de um indivíduo chamado Étiops, que seria filho de Hefesto (o Vulcano dos romanos). Esta etimologia foi adotada com unanimidade até por volta de 1.600, quando Jacob Salianus, no primeiro tomo de seus Annales, propôs pela primeira vez uma hipótese alternativa, que derivava a designação das palavras gregas “aithein”, “queimar”, e “ops”, “rosto. O significado de “rosto queimado” aparece em seguida nas obras de autores alemães e logo foi adotada como padrão pela maior parte dos estudiosos europeus.

Diferente do que acontece com as outras nações narradas nas Escrituras, o deus adorado pelos etíopes não é mencionado. Mas analisando algumas características desse povo e mesmo pistas nas profecias relacionadas à Etiópia, conseguimos identificar o poder de maior influência naquela antiga nação. Primeiro usando a identificação de Plínio, o Velho, que disse ser Étiops (Etiópia) filho do “deus” Vulcano, é possível traçar uma relação umbilical com o “deus” dos vulcões romano, deus do fogo ardente do interior da terra e das epidemias. Esse deus estava ligado ao verão onde os calores ardentes e os ventos em brasa causavam grandes queimadas. O verão é sempre uma época de grandes doenças (febre) e epidemias (dengue e outras). Nas profecias em relação à Etiópia o Altíssimo faz uso de um “jogo de palavras” relacionadas a esse deus com as expressões “ardor do sol resplandecente”, “calor da sega” e “veranearão” (Isaías 18:4a6).

A expressão “povo do rosto queimado do sol” que faz referência aos etíopes, também parece fazer uma ligação com um “deus” do mito africano chamado Omulu. Omulu, Obaluaiê ou Xapanã é o orixá (deus) da saúde, da doença e da morte. No mito africano ele se veste com palhas-da-costa, para que ninguém veja seu “rosto queimado” por chagas e doenças. Outros afirmam que como ele representa o sol mais ardente (sol do pino do meio-dia), seu rosto escondido é para proteger o fiel do brilho intenso do sol que queima. Do “deus” hindu Yama da morte, também é dito ter a face “deformada por centenas de doenças”. Há uma relação interessante entre o mito de Omulu e o de Vulcano (ou Hefesto grego) sobre deformidades e abandono. Nas duas lendas, os “deuses” (que representam a mesma entidade) nasceram disformes e feios, sendo abandonados por isso pelas suas mães e depois foram encontrados por uma deusa das águas (no mito grego Tétis e no mito africano Iemanjá) que os criou até eles se tornarem “deuses” hábeis, sábios e ferreiros dos outros deuses.

Outra divindade que guarda relação com Vulcano, pai de Étiops, segundo Plínio, é Refesh. Ele era o “deus” das pragas, pestes, guerra e cura. Seu nome está ligado às palavras “queimar”, “praga”, “queima de febre” e “peste”. No Egito era Anúbis, “deus” com cabeça de cão, o deus da morte, dos embalsamentos e cemitérios. Na mesopotâmia era Nergal, senhor do submundo e também um “deus” da morte. Outro de seus nomes era Erra (etimologicamente “terra ardente”), deus da guerra, da caça e das pragas que causava distúrbios civis e matava populações com guerra, fome, cães e doenças (Apocalipse 6:7e8)). É o demônio Bélzebu (Mateus 3:22/II Reis 1:2), o senhor das moscas e de todos os insetos. Não à toa se vê a ironia do Altíssimo em relação à terra dos etíopes quando diz “ai da terra do zumbido de insetos ao longo dos rios da Etiópia” (Isaías 18:1).

Japão

O Japão é um país composto por um arquipélago situado no Oceano Pacífico e localizado no extremo leste do continente asiático. Os caracteres que compõem seu nome significam “Origem do Sol”, razão pela qual o Japão é às vezes identificado como a “Terra do Sol Nascente”. O Japão é um país insular, com cerca de 377 mil quilômetros quadrados. A população é de cerca de 125 milhões de habitantes e a moeda oficial o iene. A ilha está localizada entre o Oceano Pacífico e o Mar do Japão. Faz parte do Círculo do Fogo do Pacífico, com grande instabilidade tectônica e atividade vulcânica intensa.

Por conta do relevo, o Japão é marcado por intensa atividade vulcânica. Existem hoje 80 vulcões ativos no país. A maioria tem capacidade para causar intensa destruição. A atividade sísmica também é intensa em função da energia da crosta terrestre. O último terremoto em larga escala foi registrado em 2.001, atingindo 9 graus na escala Richter. Conforme as autoridades japonesas, a quantidade de mortos e desaparecidos chegou a 19 mil pessoas. Em 2.011, um dos frequentes terremotos atingiu uma área onde se encontrava a usina nuclear de Fukushima e ocasionou a formação de um tsunami, o que ocasionou um grave caso de emergência nuclear.

A bandeira do Japão exibe um círculo que representa o Sol. Também chamada de Hinomaru, que significa círculo do Sol, a bandeira é utilizada desde 1.870. O desenho é utilizado desde o século XII pelos samurais bushi. Em batalha entre os clãs Taira e Minamoto, os samurais desenhavam o círculo do Sol em leques, os chamados gunsen.

Em geral, o Japão possui um forte verão, com bastante umidade, além de um inverno rigoroso na maior parte do país. O clima japonês apresenta uma clara diferenciação entre as estações e sofre a influência de massas de ar frias vindas da Sibéria no inverno, bem como de massas de ar quentes do Pacífico no verão. Os tufões são comuns entre o fim do verão e o início do outono.

O Japão está entre as maiores economias do mundo e, até os anos 90, era a segunda, atrás somente dos Estados Unidos. Hoje, em terceiro lugar, foi ultrapassado pela China. A indústria tecnológica é sua principal fonte de renda. Os destaques são para a produção nos setores de informática, eletrônica, robótica e nanotecnologia. Engenhosos como os trabalhadores do “deus” Vulcano da mitologia romana que forjavam todas as obras maravilhosas e as armas dos “deuses”, o povo japonês não encontra rival em nenhum país em relação à engenharia, a produção de bens e a indústria.  Dentre as principais atividades industriais estão a engenharia automóvel, a eletrônica, a informática, a siderurgia, a metalurgia, a construção naval, a biologia e a química, com destaque para as indústrias com tecnologia de ponta nestes setores.

Longe de ser um país perfeito, o Japão enfrenta grandes problemas, principalmente os de ordem natural como tsunamis, terremotos e riscos de atividades vulcânicas. A Ásia no geral e também o Japão sofre bastante com epidemias que geram doenças em grande parte da população. É nítida a grande influência de Bélzebu naquele país. Durante o verão quente e úmido, muitas pessoas enfrentam além de um calor infernal, pragas de milhares de mosquitos e insetos no Japão. Cientistas japoneses se dedicam a pesquisar a fundo moscas e descobriram que as pernas brilhantes dos machos impressionam as fêmeas e que essas enxergam bem na escuridão. Há o hábito também japonês de pescar usando moscas como iscas. Bastante curioso!

Há uma cultura muito forte relacionada a morte na nação japonesa e existe um ritual de embalsamento muito interessante também. Por outro lado, em contraposição a morte, assim com a Etiópia era conhecida como o “lugar onde os homens vivem mais”, o Japão também carrega esse epíteto. Tanto que a velhice pode se tornar um grande problema no país, porque há uma cada vez crescente baixa na taxa natalidade. Os idosos vão morrer e, nos anos vindouros, haverá menos pessoas e muito menos trabalhadores nas ilhas nipônicas. Mais o que chama bastante atenção é a cultura bizarra de animes, feita para crianças que ensina ocultismo, magia e toda sorte de obscurantismo. Há um anime de nome “Beelzebub” ou “Beruzebabu”, que prova a influência de Vulcano nessa nação, e ainda outros que são exportados para outros países, com conotações bem malignas para a faixa etária atingida: crianças e adolescentes. Na mitologia japonesa Belzebu se apresenta como Enma Daí Oh, o “Grande Rei demônio” juiz do mundo dos mortos.

Segundo as profecias, a “Etiópia-Japão”:

  • Sofrerá em alguma guerra do porvir e muitos cairão entre os mortos (Sofonias 2:12). Isso já pode ter ocorrido na segunda Guerra Mundial, quando o Japão se aliou a Alemanha e a Itália e sofreu o ataque dos EUA. Isso se repetirá?
  • Seguirá o Anticristo, o filho de Belial, nos últimos tempos da batalha final (Daniel 11:43). Os japoneses seguirão o novo “Hitler” em sua insanidade.
  • Será atingido por algo que as profecias não deixam claro, mas pelo teor da mensagem, uma multidão de mortos será deixada como alimento às aves no verão (Isaías 18:5e6). Será isso a bomba nuclear que atingiu Hiroshima e Nagazaki ou ainda algo que está por vir?
  • Poderá ter algum governante seu envolvido nas guerras dos últimos tempos (Apocalipse 16:12a14)
  • Filha da Babilônia

Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: A filha de Babilônia é como uma eira, no tempo da debulha; ainda um pouco, e o tempo da sega lhe virá. (Jeremias 51:33)

Ah! Filha de Babilônia, que vais ser assolada; feliz aquele que te retribuir o pago que tu nos pagaste a nós. Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas pedras. (Salmo 137:8e9)

As Escrituras não deixam claro o nome da nação do passado chamada de “filha da Babilônia”. Pelo que se infere do termo, era uma cria da Babilônia e muito parecida com essa nação em muitos aspectos. Como já vimos a Babilônia de hoje representa a Itália, trono do “deus” Bel e a “filha de Babilônia” representa uma nação europeia que tem vínculos umbilicais com esse país. Para identificarmos qual nação atual representa essa “filha da Babilônia”, vamos estudar ponto a ponto do que foi escrito sobre a “deusa” que atuava nessa nação, recorrendo mais uma vez aos mitos, história e também as Escrituras.

Desce, e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão; já não há trono, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada a tenra nem a delicada. Toma a mó, e mói a farinha; remove o teu véu, descalça os pés, descobre as pernas e passa os rios. A tua vergonha se descobrirá e ver-se-á o teu opróbrio; tomarei vingança, e não pouparei a homem algum. (Isaías 47:1a3)

Aqui se trata da chamada “rainha dos céus”, cujo culto foi objeto de várias reprimendas do Altíssimo.  O termo “rainha dos céus” aparece nas Escrituras duas vezes, ambas no livro de Jeremias. No seu culto, famílias inteiras estavam envolvidas em idolatria. As crianças buscavam a madeira que os homens usavam para construir altares a essa “deusa”. As mulheres estavam envolvidas em fazer a massa para bolos e pães a serem oferecidos à “Rainha do Céu” (Jeremias 7:18). A motivação das mulheres em adorar essa “deusa” decorre da sua reputação como uma deusa da fertilidade e, como ter filhos era algo muito desejado pelas mulheres da época, a adoração a esta “rainha do céu” era comum entre as civilizações pagãs.

A “rainha dos céus” é uma representação das “deusas virgens” (Isaías 47:1) adoradas em várias nações da terra. Seu sentido “virginal” é de intocável e imaculável. Seu nome semita era Anat, Anate ou Anath, “deusa virgem” semita da guerra. Na mitologia suméria, era Inanna, “deusa” do amor, do erotismo, da fecundidade e da fertilidade, sendo associada ao planeta Vênus. Era especialmente cultuada em Ur, mas era alvo de culto em todas as cidades sumérias. Cultuada também como “deusa” dos bolos e pães, ofertas que lhes era feita por seus adoradores.

Assenta-te calada, e entra nas trevas, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada senhora de reinos. Muito me agastei contra o meu povo, profanei a minha herança, e os entreguei na tua mão; porém não usaste com eles de misericórdia, e até sobre os velhos fizeste muito pesado o teu jugo. E disseste: Eu serei senhora para sempre; até agora não te importaste com estas coisas, nem te lembraste do fim delas. (Isaías 47:5a7)

Aqui há um mistério! Ela é chamada de “senhora de reinos”! É a “senhora das nações da terra” adorada e cultuada em imagens de escultura que sintetizam a “mãe” ideal, doce, protetora, misericordiosa e bondosa. A “mãe divina”! Quem for sábio que identifique a “senhora de reinos” no México, na Espanha, em Portugal, no Brasil e em diversos outros países. É a “senhora” dos rios, das riquezas, do amor. “A virgem” sempre adorada e que nos dias de hoje ainda possui uma legião de seguidores.

Na Babilônia sua representação era Ishtar ou Istar, deusa do amor e da guerra.  Istar tinha alguns rituais de caráter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, seus rituais relacionavam-se a libações e outras ofertas corporais. Um ritual importante ocorria no equinócio da primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Um resquício por trás desse antigo ritual é o dos ovos de Páscoa, embora não exista uma prova concreta associando os dois rituais. De qualquer forma, em muitas culturas o ovo é considerado um símbolo de fertilidade.

Eostre, Ostara, Jair ou Ostera é a deusa da fertilidade, amor e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. Na primavera, lebres e ovos coloridos eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. Posteriormente, a igreja católica acabou por substituir às festividades pagãs de Ostara pela Páscoa, não sem absorver muitos de seus costumes, inclusive os ovos e o coelhinho da Páscoa. Podemos perceber isso pelo próprio nome da Páscoa em inglês, Easter, muito semelhante a Eostre. Curioso saber também que o animal símbolo dessa “deusa”, o coelho, é o símbolo da maior revista feita para o público masculino e que traz em seu conteúdo mulheres (as mais lindas) nuas e expostas a cobiça.

Agora, pois, ouve isto, tu que és dada a prazeres, que habitas tão segura, que dizes no teu coração: Eu o sou, e fora de mim não há outra; não ficarei viúva, nem conhecerei a perda de filhos. Porém ambas destas coisas virão sobre ti num momento, no mesmo dia, perda de filhos e viuvez; em toda a sua plenitude virão sobre ti, por causa da multidão das tuas feitiçarias, e da grande abundância dos teus muitos encantamentos. Porque confiaste na tua maldade e disseste: Ninguém me pode ver; a tua sabedoria e o teu conhecimento, isso te fez desviar, e disseste no teu coração: Eu sou, e fora de mim não há outra. (Isaías 47:8a10)

Na mitologia hindu ela é Lakshmi, Laxmi ou Lacximi, uma “deusa” esposa do “deus” Vishnu e personificação da beleza, da fartura, da generosidade e, principalmente, da riqueza e da fortuna. É a “deusa” da boa sorte. Na mitologia grega seu nome era Afrodite. É a mesma Vênus romana! Ambas, conhecidas nessas nações como “deusa” da alegria, do prazer (Isaías 47:8), do erotismo e protetora das crianças. No Brasil, o “dia das crianças” coincidentemente se comemora na data de 12 de outubro, no mês e período do signo sobre a regência de Vênus, segundo a astrologia.

Protetora dos nascimentos e das crianças, a “deusa” Ísis do Egito recebeu uma adoração que se estendeu por todas as partes do mundo greco-romano, e posteriormente, do mundo inteiro. É cultuada como modelo da mãe e da esposa ideal, protetora da natureza e da magia (Isaías 47:9,12). Era conhecida como amiga dos escravos, pescadores, artesãos, oprimidos, assim como a que escutava as preces dos opulentos, das donzelas, aristocratas e governantes. Ísis é a deusa da maternidade e da fertilidade. Como a “rainha dos céus”, essa deusa está ligada aos astros e estrelas e a um aspecto celestial (Isaías 47:13). Uma sentença fatal já está determinada a essa “deusa”:

Portanto sobre ti virá o mal, sem que saibas a sua origem, e tal destruição cairá sobre ti, sem que a possas evitar; e virá sobre ti de repente desolação que não poderás conhecer. Deixa-te estar com os teus encantamentos e com a multidão das tuas feitiçarias, em que trabalhaste desde a tua mocidade, a ver se podes tirar proveito, ou se porventura te podes fortalecer. Cansaste-te na multidão dos teus conselhos; levantem-se pois agora os agoureiros dos céus, os que contemplavam os astros, os prognosticadores das luas novas, e salvem-te do que há de vir sobre ti. Eis que serão como a pragana, o fogo os queimará; não poderão salvar a sua vida do poder das chamas; não haverá brasas, para se aquentar, nem fogo para se assentar junto dele. Assim serão para contigo aqueles com quem trabalhaste, os teus negociantes, desde a tua mocidade; cada qual irá vagueando pelo seu caminho; ninguém te salvará. (Isaías 47:11a15)

São muitas as atribuições dessa “deusa”! “Deusa” do lar, das flores, das pombas, da elegância e refinamento, da juventude, beleza e da moda, da liberdade e inúmeras outras “qualidades” que lhe atribuem. Mas no ocultismo ela é Belith, o demônio da sedução, do adultério (Provérbios 5:1a23 e 7:6a27) e da amargura. É a estrela da amargura chamada Absinto, que cairá do céu ao som de trombeta e tornará as águas amargas (Apocalipse 8:10). Absinto também é o nome de uma bebida (Provérbios 5:3a5) francesa conhecida popularmente como “fada verde”. Essa bebida ficou famosa por ser a preferida de intelectuais e artistas franceses, e se dizia que tinha poderes alucinógenos. Na Europa do início do século XX, o absinto era considerado uma droga de massas, levando a população ao alcoolismo e, segundo médicos da época, ocasionando outros problemas de saúde, inclusive mentais, tais como: epilepsia, suicídio e loucura.

Em quase todas as mitologias registradas, essa “deusa” sempre era a fiel “esposa” de “deuses” luciferianos (representações de Lucifér). Ísis, esposa de Osíris, Innana, esposa de Tamúz, Lakshmi, esposa de Vishnu e inúmeros outros casos. Mais não era “fiel” a este em muitas histórias e nem aos seus outros “esposos”. Bel e Belit estão muito próximos e possuem aspectos muito semelhantes, como “deuses” do vinho, dos céus, da juventude, da beleza e sedução. Uma curiosidade sobre o vinho é que os dois maiores produtores do mundo e que ora se revezam como primeiro colocado na produção são respectivamente a Itália (como já vimos) e a França.

França

A França é o maior país da União Europeia em área e o terceiro maior da Europa, atrás apenas da Rússia e da Ucrânia (incluindo seus territórios extra europeus, como a Guiana Francesa, o país torna-se maior que o território ucraniano). A origem dessa nação está na invasão dos francos (palavra que significa “livre”) que formavam uma das tribos germânicas que adentraram o espaço do Império Romano a partir da Frísia como federados e estabeleceram um reino duradouro na área que cobre a maior parte da França dos dias de hoje

Por cerca de meio milênio, o país tem sido uma grande potência, com forte influência econômica, cultural, militar e política no âmbito europeu e global. Durante muito tempo a França exerceu um papel de liderança e hegemonia na Europa (principalmente a partir da segunda metade do século XVII e parte do XVIII). Ao longo daqueles dois séculos, a nação iniciou a colonização de várias áreas do planeta e, durante o século XIX e início do século XX, chegou a constituir o segundo maior império da história, o que incluía grande parte da América do Norte, África Central e Ocidental, Sudeste Asiático e muitas ilhas do Pacífico. É o país mais visitado no mundo por conta de sua beleza e cultura, recebendo 82 milhões de turistas estrangeiros por ano.

Paris, a cidade mais turística do mundo e capital da França, a cada ano recebe 29 milhões de turistas. Paris ostenta o título de capital da moda, do luxo e da elegância. Suas modelos lindas são conhecidas internacionalmente, junto de marcas famosas como Louis Vuitton, Cartier, Hérmes Paris, Christian Dior, Chanel e outras.

O país é conhecido nos livros de História pela “Revolução francesa” que foi um período onde a monarquia foi substituída pela república com muito sangue derramado. O protagonismo feminino na França é muito grande e um de seus símbolos pátrios é Marianne. Marianne é a figura alegórica de uma mulher que representa a República Francesa, sendo, portanto, uma “personificação nacional”. Sob a aparência de uma mulher usando um barrete frígio, Marianne encarna a República Francesa e representa a permanência dos valores da república e dos cidadãos franceses: Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Marianne é a representação simbólica da “mãe pátria”, simultaneamente enérgica, guerreira, pacífica, protetora e maternal. O seu nome provém, provavelmente, da contracção de Marie e de Anne, dois nomes muito frequentes no século XVIII entre a população feminina do Reino de França. O mais interessante é que a efígie (imagem) da “mãe pátria” francesa é conhecida na pintura de Delacroix como uma mulher com os seios a mostra, a semelhança de todas as obras conhecidas de Vênus que também era retratada assim.

É clara a influência da “deusa” da beleza e do erotismo na nação francesa. O erotismo sempre apareceu nos contos de fadas, mas na França ele ganhou uma literatura extensa. O país é célebre por esse conteúdo literário. Não à toa, palavras hoje comuns no nosso vocabulário como “ménage à trois”, que significa uma relação erótica e afetiva que envolve três pessoas, surgiram naquele país. O pervertido Marquês de Sade (de onde deriva o termo sadismo) é o mais conhecido francês que escrevia sobre uma moralidade baseada em princípios contrários ao que os “bons costumes” da época aceitavam; moralidade essa que mostrava homens que sentiam prazer na dor dos demais e outras cenas, por vezes bizarras, que não estavam distantes da realidade. Em seu romance “120 Dias de Sodoma”, por exemplo, nobres devassos abusam de crianças raptadas encerrados num castelo de luxo, num clima de crescente violência, com coprofagia, mutilações e assassinatos.

Segundo as profecias, a nação “filha de Babilônia-França”:

  • Poderá sofrer de uma boa dose de amargura por conta de contaminação das águas (Apocalipse 8:10).
  • Passará por um tempo de “sega”, onde muitas vidas serão ceifadas (Jeremias 51:33).
  • Perderá o protagonismo mundial e será castigada por não ter usado de misericórdia com Israel, a herança do Altíssimo (Isaías 47:1a6)
  • Perderá seus filhos e suas crianças de maneira cruel (Salmo 137:8e9/Isaías 47:9).
  • Sofrerá de ataques repentinos de terrorismo, o que as Escrituras chamam de “mal que não se sabe a origem” e “destruição que não se pode evitar” (Isaías 47:11). Isso tem acontecido na França com ataques terroristas como os recentes na boate Bataclan, Charlie Hebdo e inúmeros outros. Desde 2015, foram 14 atentados e mais de 200 mortos.
  • Recebeu a sentença de passar pelo fogo e pelas chamas, ficando sem ajuda nos momentos de terrorismo (Isaías 47:14e15).
  • Elão

A palavra do Senhor, que veio a Jeremias, o profeta, contra Elão, no princípio do reinado de Zedequias, rei de Judá, dizendo: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis que eu quebrarei o arco de Elão, o principal do seu poder. (Jeremias 49:34)

O Elam, ou Elão, foi uma das primeiras civilizações de que se tem registro no extremo oeste e sudoeste do que é hoje o Irã. Existiu de 2.700 a.C. até 539 a.C., em seguida ao chamado período Proto-Elamita, o qual teve início em 3.200 a.C., quando Susa, que viria a ser a capital dos elamitas, começou a ser influenciada por culturas do Planalto Iraniano. Elam situava-se ao norte do Golfo Pérsico e do Rio Tigre, a leste da Suméria e da Acádia que equivale à região atualmente denominada Khuzistão (atualmente, onde hoje é o sudoeste do Irã e Iraque) delimitada ao norte pelos montes Zagros.

Os elamitas eram extremamente guerreiros e os povos dominados por eles eram brutalmente assassinados, com lares saqueados e templos profanados. Seu exército era extremamente habilidoso no manejo do arco e da flecha, arma de guerra daquele período capaz de causar estrago e muitas mortes. A cultura de Elão desempenhou um papel fundamental no Império Persa, em especial durante a dinastia aquemênida que veio a suceder a civilização elamita na região, quando a língua elamita continuou a ser empregada oficialmente. O período elamita costuma ser considerado o ponto inicial da história do Irã (embora tenha havido culturas mais antigas no Planalto Iraniano).

Os elamitas adoravam vários “deuses”, entre eles Inshushinak e Kiririsha. Inshushinak, conhecido também como Ninsusinak ou Susinak, era o “deus” nacional do império elamita. Era o “deus” dos juramentos e do julgamento dos mortos, reinando nos submundos. Guardião e Senhor da cidade de Susa, era também o “pai dos fracos e oprimidos” e seu símbolo era uma cobra. Pelo menos dezesseis reis elamitas foram nomeados em sua homenagem. Shutruk-Nahunte I foi um líder elamita que destruiu a cidade de Sippan (Sippar) sob o “comando” do seu deus Inshushinak. Inshushinak tinha também o aspecto de deus “destruidor” e deus da morte.

A esposa de Inshushinak era Kiririsha, a “deusa mãe dos deuses” e que representa Lilith, a “mãe dos demônios”. Na mitologia hebraica, Lilith se juntou a Samael, o “deus” cego cujo nome significa “veneno de Deus”. Samael era a representação da serpente do Éden. Serpentes e cobras sempre foram representações de “deuses” hostis nas mitologias. No Egito era a serpente Apófis, o “destruidor”, causador de trevas e escuridão (Apocalipse 9:1a11). Na mitologia nórdica era Jormungandr, uma gigantesca serpente capaz de engolir o sol e a lua, causando uma grande escuridão no mundo. No zoroastrismo, seu nome é Arimã ou Angra Mainyu (o espírito destrutivo), “deus” das trevas, da destruição, da morte, do mal e da desordem. Em oposição a seu irmão gêmeo, Aúra-Masda, Arimã deseja levar os homens à devassidão e corrupção. Ele é o senhor das trevas que cegam os homens que buscam a verdadeira visão – seus métodos são vis e enganadores, ele corrompe os homens com desejos que os desviam da “trilha verdadeira”. Ele é o senhor de todos os Devas (“deuses” malignos), e os utiliza em todos os seus propósitos malignos. Representado por uma criatura humanoide e negra, Ahrimá, Arimã, Arimá ou Arimane era temido por todos os Devas, especialmente por seu semblante sinistro. Ele trajava uma armadura completa, mas, de suas ombreiras, saíam serpentes vivas que envenenavam todos aqueles que procuravam pela pureza. Era Hades na Grécia e Plutão em Roma, deus com fisionomia sinistra e governante absoluto do mundo dos mortos.

O “deus” principal de Elão, Inshushinak, é o “príncipe da Pérsia” (Daniel 10:13) que juntamente com seu povo, invadirá Jerusalém, destruirá a cidade e profanará seus templos (Daniel 9:26). Persas e medos do mundo moderno, estarão unidos novamente para dominarem boa parte do mundo (Daniel 8:20). Eles representam o peito e os braços de prata da estátua do sonho de Nabucodonosor (Daniel 2:32).  Eles são os inimigos de várias nações e instrumentos para a destruição da “nova Babilônia” (Isaías 13:5;17e18/Jeremias 50:9;14;29;42). A destruição que esse povo causará em Israel está descrita a seguir:

Porque subiu contra a minha terra uma nação poderosa e sem número; os seus dentes são dentes de leão, e tem queixadas de um leão velho. Fez da minha vide uma assolação, e tirou a casca da minha figueira; despiu-a toda, e a lançou por terra; os seus sarmentos se embranqueceram. Lamenta como a virgem que está cingida de saco, pelo marido da sua mocidade. Foi cortada a oferta de alimentos e a libação da casa do Senhor; os sacerdotes, ministros do Senhor, estão entristecidos. (Joel 1:6a9)

No dia da destruição que se fará por esse povo, haverá uma escuridão total na terra (Joel 3:15/Apocalipse 9:1e2/Isaías 13:9). Um eclipse? Inshushinak, representação de Abbadom (Apocalipse 9:11), chamado destruidor e Morte (Apocalipse 6:7e8), surgirá no mesmo momento em que surgir o falso Cristo, representação luciferiana. Combates ferrenhos acontecerão entre os dois governantes regidos por esses “deuses”.

Irã ou Índia

Irã ou Irão, oficialmente República Islâmica do Irã e anteriormente conhecido como Pérsia, é um país localizado na Ásia Ocidental. Faz fronteira com a Rússia através do Mar Cáspio. O país é o lar de uma das civilizações mais antigas do mundo, que começa com a formação do reino de Elam em 2.800 a.C. Os povos iranianos medos unificaram o país no primeiro de muitos impérios que iriam se seguir em 625 a.C., após a nação se tornar o principal poder cultural e político dominante na região. O Irã atingiu o auge de seu poder durante o Império Aquemênida, fundado por Ciro, o Grande, em 550 a.C. e que, na sua maior extensão, compunha grandes porções do mundo antigo, que se estendiam do vale do Indo, no leste, à Trácia e Macedônia, na fronteira nordeste da Grécia, tornando-se um dos maiores impérios que o mundo já vira.

Não há necessidade de tentar fazer uma ligação entre os elamitas e os iranianos, posto que os primeiros habitassem essa região e foram os precursores dos persas que hoje são representados pelo Irã. Essa nação iraniana, envolvida em vários conflitos seja com Israel, com a Turquia, com Arábia Saudita e EUA, além de ser acusada de fortalecer o presidente sírio e o conflito atual na Síria, pode estar relacionada ao cumprimento de profecias dos últimos conflitos. Sua ligação com a Rússia atualmente, pode representar um claro sinal de uma antiga ligação entre persas e medos. O império medo que tinha como símbolo um urso esmagador (como interpretou um grande estudioso das Escrituras), pode ser hoje, como já vimos, a representação da Rússia. O texto a seguir demonstra que os vínculos entre as duas nações se encontram cada vez mais forte.

Em 1 de novembro de 2.017, Rússia e Irã em encontro dos seus líderes defenderam de forma conjunta “descartar o dólar de todas operações comerciais bilaterais como forma de afrontar as sanções estadunidenses”. O aiatolá Seyyed Ali Hossayan Khâmenei em Teerã, com presidente russo Vladimir Putin declarou que: “Sim , não fazemos caso a propaganda nebulosa do inimigo que visa debilitar os laços entre os dois países, podemos deixar sem efeito as sanções dos EUA, isolando este país e seus métodos com eliminação do dólar promovendo substituição por divisas nacionais para o comércio bilateral e multilateral.”

Al Hossayani ainda inseriu a questão bélica com a econômica: “É inegável o fracasso da coalizão dos EUA que patrocina o terrorismo na Síria. Ainda que se mantenham fazendo complôs difamatórios, gerando desordem, afrontaremos eles com raciocínio e métodos adequados, como a manutenção da cooperação entre Irã e Rússia.”

Putin em sintonia com o aiatolá, reafirmou o apoio junto a oportunidade de desenvolver a economia e transporte de forma conjunta, criticando veementemente os americanos do norte: ”Estados Unidos querem interferir em todos assuntos do mundo e da região, se considerar necessário até ignorando interesses dos seus aliados(…) somos capazes de solucionar questões regionais sem sentir necessidade de países extrarregionais, ademais não concordamos com sua tentativa de mudar o acordo do programa nuclear iraniano de forma unilateral.”

Não obstante todas tentativas de isolar seus adversários, seja na seara econômica ou bélica, o resultado na prática é de uma união destes grupos de nações que se amplia por não aceitar uma geopolítica unilateral proferida pelos Estados Unidos. (RIBEIRO, 2017)

Nas palavras do líder supremo do Irã, os EUA são considerados “inimigos”, juntamente com a coalizão de países aliados aos estadunidenses na Síria e Israel. Trump chamou o Irã de uma “nação terrorista” por envolvimento nos conflitos no Oriente Médio. Já o presidente russo com apoio chinês, vem buscando cada vez mais o enfraquecimento americano, seja nessa situação descrita acima, seja no fortalecimento do BRIC´s (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) culminando na criação de um banco que possa fazer frente ao Banco Mundial e ao FMI. Os atuais acontecimentos na Síria, pode já ter iniciado o período de “guerras e rumores de guerras” (Mateus 24:6) profetizadas pelo Cristo Eterno, um conflito que cada vez mais tem colocado EUA e Europa de um lado, Rússia e Irã de outro (atuais aliados do presidente sírio, Bashar al-Assad).

Sobre a Índia, já vimos também à grande influência do “Destruidor” naquele país, seja na adoração a Shiva, o destruidor, seja no culto as serpentes. Também chamam atenção seus símbolos descritos no brasão de armas e parte de sua população estar ligada com a uma ancestralidade de povos vindo da antiga Pérsia. A proximidade dessas duas nações (Irã e Índia) com o “grande urso” a Rússia (Daniel 7:5), como também a influência de Abbadom na cegueira e fanatismo de religiosos extremistas, faz com que fiquemos atentos ao desenrolar dos grandes conflitos que estarão por vir. Esses conflitos atingirão principalmente as nações de Israel, dos EUA e da Europa.

Segundo as profecias, “Elã-Irã ou Índia”:

  • É a nação de um “príncipe que há de vir” (Daniel 9:26) que pisará Israel, destruirá seus templos (Joel 1:6a9) e estabelecerá a “abominação desoladora” (Daniel 9:27;11:31/Mateus 24:15a22).
  • Destruirá parte da Europa (Daniel 8:20e21;11:2/Jeremias 11:11,49e56/Isaías 13:5;17e18).
  • Depois de ser usada como instrumento para destruir algumas nações, será descartada e quebrada (Jeremias 49:34).
  • Será invadida por quatro nações poderosas que espalharão seu povo pelo norte, sul, leste e oeste da terra e que depois disso, serão perseguidos até a morte (Jeremias 49:36e37).
  • Seu rei e seus príncipes serão destruídos (na mesma medida em que destruíram) e o Altíssimo usará de misericórdia com os cativos do seu povo em várias nações, fazendo-os voltar para sua terra (Jeremias 49:38e39).
  • Estará na batalha final nas proximidades de Israel onde haverá trevas com o sol, a lua e as estrelas não refletindo suas luzes (Joel 3:14a17/Apocalipse 9:2)
  • Egito

Diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Eis que eu castigarei a Amom de Nô, e a Faraó, e ao Egito, e aos seus deuses, e aos seus reis; ao próprio Faraó, e aos que nele confiam. E os entregarei na mão dos que procuram a sua morte, na mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia, e na mão de seus servos; mas depois será habitada, como nos dias antigos, diz o Senhor. (Jeremias 46:25)

A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3.200 a.C. (unificação do norte e sul) a 32 a.C. (domínio romano). Como a região é formada por um deserto (Saara), o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. O rio era utilizado como via de transporte (através de barcos) de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura. O Egito era a nação mais populosa da época em comparação a Babilônia, a Etiópia, a Grécia e Roma.

A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó (o termo “faraó” é de origem egípcia e significava propriamente “casa elevada”) era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um “deus” na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.  A economia egípcia era baseada principalmente na agricultura que era realizada, principalmente, nas margens férteis do rio Nilo. Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. Os trabalhadores rurais eram constantemente convocados pelo faraó para prestarem algum tipo de trabalho em obras públicas (canais de irrigação, pirâmides, templos, diques).

A civilização egípcia destacou-se muito nas áreas de ciências. Desenvolveram conhecimentos importantes na área da matemática, usados na construção de pirâmides e templos. Na medicina, os procedimentos de mumificação, proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano. No campo da arquitetura podemos destacar a construção de templos, palácios e pirâmides. Estas construções eram financiadas e administradas pelo governo dos faraós. Muitas destas construções foram erguidas com grandes blocos de pedra, utilizando mão-de-obra escrava. O trabalho escravo era o que sustentava a economia egípcia.

Nô-Amom que os gregos conheciam como Tebas era a principal cidade egípcia. Conhecida como “cidade de Amom”, o “deus” com cabeça de carneiro, que ascendeu de deidade menor para a posição de principal “deus” da nação, foi igualado pelos gregos a Zeus (Júpiter). O templo de Amom em Carnac, ou Karnak, é considerado a maior estrutura colunar já erigida, sendo que algumas das suas maciças colunas têm cerca de 3,5 m de diâmetro. Tebas atingiu grande destaque, tornando-se a capital do país. Ali, a grande distância do mar e da ponte terrestre que dava para a Ásia oferecia boa proteção daquela direção. Pode ser que, por haver no Baixo Egito um governo muito fraco e desacreditado, após o Êxodo dos israelitas, a realeza do Alto Egito se aproveitou da situação e conseguiu ascendência.

O “deus” Amom conhecido como “o oculto”, era a personificação dos ventos. Amon converte-se no deus do Império, propiciador da vitória nas batalhas e pai de todos os demais deuses do panteão. Como que para legitimar esta mudança de funções divinas, Amon é relacionado à Rá, o mais antigo dentre os “deuses” que um dia foi adorado como criador da vida e pai de todos os “deuses”. Sob o nome de Amon-Rá, Amon passa a ser reverenciado sob aspectos criadores e solares. Embora seu nome continue significando “o oculto” ou “o escondido” escasseiam as referências de Amon como personificação dos ventos. No ocultismo seu nome é Mamom, que foi relacionado à riqueza e a avareza (Mateus 6:24). Seu nome está relacionado também à fartura, aos mantimentos e suprimentos que não podem faltar na vida das pessoas. Também tinha relação com o excesso! Era o “deus” dos excessos da carne, alimento que gera bastante energia e gordura. Sabendo dessas características, se consegue decifrar a profecia a seguir:

Assim diz o Senhor Deus: Portanto, estenderei sobre ti a minha rede com reunião de muitos povos, e te farão subir na minha rede. Então te deixarei em terra; sobre a face do campo te lançarei, e farei pousar sobre ti todas as aves do céu, e fartarei de ti os animais de toda a terra. E porei as tuas carnes sobre os montes, e encherei os vales da tua altura. E regarei com o teu sangue a terra onde nadas, até aos montes; e os rios se encherão de ti. (Ezequiel 323a6)

Amom ficou conhecido como Zeus na Grécia e Júpiter em Roma. Era o “deus” que habitava um monte alto e de lá observava o mundo e reunia numa espécie de congregação dos “deuses”. Ele se tornou o maioral entre eles depois que destronou seu pai Saturno. Sempre representando a fertilidade, a virilidade e fartura, era também uma espécie de protetor dos camponeses como o era o “deus” Thor da mitologia nórdica. Seus sacerdotes no Egito se vestiam de túnica feita de pele de leopardo, além de rasparem totalmente a cabeça em sua homenagem.

Segundo as Escrituras, o Egito teve um crescimento acelerado e se tornou uma potência, sendo comparado à cheia do rio Nilo que cobria toda a região em tempo recorde (Jeremias 46:7e8). Algumas “ideias-chaves” em relação ao Egito, usadas nas profecias, e que ajudam a identificar a nação atual de Amom:

  • Uma nuvem sobre o Egito (Isaías 19:1/Ezequiel 30:18;32:7)
  • Nação ligeira (Jeremias 46:6/Isaías 19:1)
  • Carga pesada, fardo e jugo (Ezequiel 30:18)
  • Conselho, sabedoria e auxílio (Isaías 19:3;11e12/Ezequiel 30:8)
  • Mau cheiro dos rios do Egito (Isaías 19:6)
  • Terra de pescadores e lançadores de redes (Isaías 19:8/Ezequiel 29:4;32:3)
  • Terra de fartura e mantimento (Ezequiel 29:5;32:4)
  • Terra de trabalhadores assalariados e trabalhadores da indústria têxtil (Isaías 19:9e10)
  • Fundamentos e estruturas (Isaías 19:10/Ezequiel 30:4e6)
  • Uma grande multidão (Jeremias 46:23/Ezequiel 29:19;30:4,10e15;32:11e18)
  • Povo ferido de morte (Isaías 19:22/Jeremias 46:2,13/Ezequiel 32:15)

China

A história da China é complicada e densa. Trata-se de uma cultura milenar que já vivenciou centenas de acontecimentos. É preciso emendar a tudo isso a questão territorial, visto que a China é um império de enormes dimensões (onde estão englobados diversos povos e civilizações). China, em seu idioma nativo, significa literalmente Tien Hia (aquilo que está sob o céu). É curioso saber que a silhueta de uma cidade gigantesca apareceu nas nuvens em algum lugar da China no ano de 2.015, causando espanto e admiração. As dinastias são um dos elementos mais importantes na estrutura histórica deste país que estendeu, de maneira notável, sua influência e poder. As dinastias marcaram fortes períodos de sua história, algumas ficaram conhecidas por incrementar a economia, outras por instaurar períodos de maior repressão.

A seda chinesa foi um dos materiais mais apreciados e comprados no mundo todo. Uma de suas maiores e mais populosas cidades, Xangai era originalmente uma vila cuja economia era baseada na pesca e no setor têxtil. Devido à desaceleração da economia e aos custos crescentes, a China está perdendo seu status de fábrica do mundo para o Sudeste Asiático. A indústria chinesa de fabricação de vestuário está passando por uma crise.

A sabedoria chinesa é atestada no mundo todo, com seus provérbios e filósofos como Lao-Tsé e Confúcio. O conhecido “país do meio” sempre foi conhecido pelos seus sábios conselheiros. Muitas das suas histórias e lições estão registradas em livros como o Tao-Te-Ching. Atualmente os conselheiros políticos chineses têm sido comparados aos antigos sábios. A China, além da sabedoria, também é fascinada por velocidade e rapidez. Isso se vê no habilidoso e ligeiro lutador de arte marcial, no crescimento acelerado de sua economia (o grande tigre ou leopardo) e na geração de transportes de alta velocidade. Lá está o comboio mais rápido do mundo, o Maglev (acrónimo em inglês de levitação magnética), que liga o aeroporto de Xangai ao centro da cidade, uma distância de 30 quilômetros percorrida em apenas sete minutos.

Os rios Huang Ho e Yang-Tse Kiang propiciam além de uma pesca abundante, a consolidação de uma cultura de arroz. Como no Egito, o cultivo de cereais e a agricultura na China são extremamente dependentes da fertilidade de seus rios. Antigamente uma nação predominantemente camponesa, a China tem hoje a maioria de sua população concentrada nas grandes cidades. A China é o país mais populoso do mundo e conta atualmente com mais de 1,36 bilhão de habitantes, quase um quinto da população da Terra. É grande a poluição por conta das grandes indústrias concentradas no país. A China ganha claramente o título de país mais poluído do mundo com 6,018 milhões de toneladas de gases emitidos por ano.

Um dos maiores destinos de exportação de carne do mundo, a China importa toneladas de pênis de carneiro, prato exótico que faz parte da gastronomia local. Mesmo tendo o maior rebanho de carneiro do mundo. Outra curiosidade sobre animais na China é em relação ao ganso. Em algumas áreas rurais da China, policiais estão usando gansos como guarda. O carneiro e o ganso são os dois animais símbolos do “deus” egípcio Amom.

Atualmente uma potência, a China no ritmo acelerado em que sua economia cresce, superará os EUA daqui a alguns anos. O domínio chinês no mundo através da economia é muito grande. Por conta de sua população (a maior do mundo), esse país tende a ter necessidades energéticas colossais, quase todas satisfeitas à base do consumo de combustíveis fósseis. O tema do “trabalho escravo” na China é difícil de ser debatido por conta das leis e falta de transparência de seu governo. As atividades econômicas que mais utilizam mão de obra forçada são a indústria de tijolos, as minas de carvão e a construção civil. A legislação do país não reconhece homens como vítimas de tráfico ou adultos como vítimas de trabalho escravo na China. Além disso, a política de limitação da natalidade, juntamente com a preferência cultural por filhos homens, contribui para levar mulheres e crianças ao casamento forçado, o que as deixa vulneráveis à servidão doméstica ou à exploração sexual. Há evidências de trabalho infantil forçado em fábricas e fazendas, sob pretexto de formação profissional. A extensão do trabalho escravo na China não é clara, em parte porque o governo limita a divulgação de informações.

Segundo as profecias, a nação que sofre influência direta de Amom, a China:

  • Poderá sofrer um ataque vindo da parte do falso cristo, um novo Nabucodonosor, cuja sua nação virá do Norte. Uma bomba atômica? A China pode ser uma das cabeças da Besta ferida de morte (Apocalipse 13:3/Isaías 19:4e22/Jeremias 46:1,2,13,20,25/Ezequiel 29:19e20;30:10e11,24;32:11).
  • Poderá sofrer de ataques aéreos e sua população entrará em uma grande confusão que fará que se volte contra si mesmos (Isaías 19:1e2/Jeremias 46:16).
  • Clamará ao Altíssimo que ouvirá a sua voz e enviará um salvador (Isaías 19:19a21).
  • Poderá sofrer grandes ataques que trarão medo e terror a seu grande exército, e muitos fugirão da guerra tamanho o poderio usado contra eles (Jeremias 46:3a6,21a23).
  • Poderá ser desolada e devastada boa parte do país (Ezequiel 29:10a12;30:7;32:15).
  • Poderá sofrer uma diminuição considerável no crescimento de sua população (Ezequiel 29:15)
  • Será vista por Israel como uma nação de confiança no que está por vir (Ezequiel 29:16).
  • E o Japão, poderão sofrer os ataques no mesmo período (Ezequiel 30:4e5,9).

Baixe o livro completo aqui

Obrigado pela opinião!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s