Sobre a morte e a doença

É na morte e na doença que nós aprendemos que as diferenças são insignificantes, o status social é insustentável, o preconceito é ridículo, a cor da pele é apenas a demonstração da riqueza da natureza...É na morte e na doença que os conceitos, os títulos, as definições se convergem para uma única apenas: a do ser humano. Diante da morte e da doença não existe prostitutas, artistas, anônimos, empresários, ricos, pobres, devotos, ateus, santos, profanos... Na morte e na doença o ser humano é nivelado e volta a ser o que apenas não deveria deixar de ser nunca: ser humano.