Manifesto de um ateu de religião

Tudo o que parecia divino era-me fascinante, fantástico, capaz de me excitar e mover-me o espírito. Lembro-me do meu fervor católico e meu desejo de ser padre. Lembro-me da minha curiosidade quanto ao espiritismo, frustrada depois de ouvir uma palestra sobre a origem do sofrimento humano. Lembro-me de minha fascinação pelo místico, pelo oculto e por toda a religião que se arroga no direito de explicar meus questionamentos interiores.